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3 de agosto de 2014

A hediondez espírita - Dom Corrêa (6/22)

A HEDIONDEZ ESPÍRITA

Dom José Eugênio Corrêa
Bispo de Caratinga
(1957-1978)

6. MACUMBA É DEMONOLATRIA

Macumba ou candomblé é o Espiritismo de Umbanda, ou baixo Espiritismo. A palavra Umbanda significa sacerdote ou o evocador dos espíritos. Macumba é Espiritismo, pois «aceita a lei das reencarnações e outros pontos doutrinários expostos pelo Espiritismo» de mistura com ritos e práticas africanas, grosseiras.

Diz o Catecismo de Umbanda que: «A doutrina de Umbanda é a mesma que a de Allan Kardec». Por outro lado, a Federação Espírita Brasileira, que lidera entre nós o movimento kardecista, declarou oficialmente: «Baseados em Kardec, é-nos lícito dizer: Todo aquele que crê nas manifestações dos espíritos é espírita: ora, o umbandista nelas crê, logo o umbandista é espírita...»
Assim, além dos erros e heresias espíritas, a macumba tem outros erros e extravagâncias próprias. A macumba é magia negra, serve ao demônio, adota panteísmo grosseiro, espalha as mais estúpidas superstições; ali «reina a anarquia, a incompreensão, a vaidade, a inveja, a mistificação, a pouca cultura...» (Lições de Umbanda de Samuel Pöouse). Por isto, umbanda, no Brasil já se transformou num caso de polícia» (ibidem).

Autores umbandistas, como Heraldo Menezes, na sua obra «Caboclos na umbanda», investem-se contra a Igreja Católica, porque esta, qual rolo compressor «destruiu o politeísmo», cognominando-o de «culto pagão...» «substituindo os fetiches dos silvícolas por imagens católicas...» E mais adiante diz abertamente: «O homem terá de voltar ao primitivismo».

Para os macumbeiros, as doenças são causadas pelos espíritos maus. Nada de medicina, por conseguinte, mas recorrer aos mesmos espíritos maus, para que nos curem. Há coisas tão hediondas e nojentas no curandeirismo macumbeiro, que não temos coragem de citar aqui.

O que desejamos mostrar é que macumba é o culto do demônio. Dizem os macumbeiros que Deus é bom, não vai fazer o mal... Então não é preciso estar pedindo favores a Deus: seria até um sinal de desconfiança. Logo, nada de orações e sacrifícios ao verdadeiro Deus.

Os maus espíritos é que são interesseiros e capazes de tudo. Podem servir-nos, como podem prejudicar-nos. Logo, devemos cultuar esses espíritos, oferecer-lhes sacrifícios, para que estejam bem conosco e nos ajudem. Por isto, uma reunião macumbeira começa por um «presente» oferecido a Exu que, afinal, é o demônio. É Exu o espírito mais invocado e servido na macumba. A ele são oferecidos «despachos», verdadeiros sacrifícios oferecidos ao demônio. Trata-se, então, de um verdadeiro culto ou adoração do demônio. Nada mais terrível e nada mais contrário à sã Religião.

A idolatria é um pecado horrendo, porque é um desprezo de Deus e uma desobediência formal a Deus. (Só a Deus adorarás e a Ele servirás!). Fomos criados para amar e servir a Deus. E o diabo é nosso inimigo, que tenta afastar-nos de Deus. Entretanto, o diabo nada poderá contra nós. Só se nos deixarmos levar por ele.

A idolatria é um pecado máximo, e adorar juntamente o demônio, o inimigo de Deus e de nossas almas, é incrível. Aqueles que servem e cultuam o demônio já são escravos do demônio. Ficamos tontos diante de tanta cegueira e tanto desatino de criaturas que foram dotadas de inteligência para conhecer, amar e servir a Deus, e fazem justamente e livremente o contrário!

É claro que a macumba é uma fonte de misérias e males. Basta mostrar o que diz o mesmo «Doutrina e Ritual de Umbanda»: «Podemos afirmar que, sob a capa do Espiritismo e Umbandismo, há muitos abusos. Casas de tolerância disfarçam os seus vícios com algumas imagens de santos e cabeças coloridas de caboclos. Falsos médiuns fingem receber «tios» velhos e exploram incautos. Mulheres bonitas, usando colares e «guias», vivem nababescamente. Há terreiros só de grã-finos, que ali deixam vultuosas contribuições. Inescrupulosos e ilusores desencaminham gente boa». Macumba é mesmo coisa de polícia!

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