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7 de agosto de 2015

Padres Inventores - A ciência e a Igreja Católica

No campo das ciências e das descobertas, os padres ocupam o primeiro lugar.

Entre centenas, citemos os mais conhecidos:
Os padres Oton e Ardoíno inventaram o alfabeto.
O padre Rogério Bacon inventou o telescópio.
O padre Zeucchi aperfeiçoou-o, em 1652.
O padre Humberto, o grande, inventou a bússola.
O padre Flávio, de Nápoles, aperfeiçoou-a.
O padre Tiago, de Vitry, aplicou-a à navegação.
O padre Cassiodoro, em 505, inventou o relógio.
O Papa Silvestre II fez o primeiro relógio de rodas.
O padre Pacífico, de Verona, inventou o relógio de bolso.
O padre Welogord, em 1316, fez o primeiro relógio astrológico.
O padre Alexandre Spina, dominicano, no 13º século, inventou o óculos.
O padre Magnon inventou o microscópio.
O padre Embriaco descobriu o hidro-cronômetro e o sismógrafo.
O padre Bertoldo Schwartz inventou a pólvora.
Dom Galeno, bispo de Munster, descobriu as bombas.
São Boaventura a teoria da termodinâmica.
Os padres Lona e Becaria descobriram as leis da eletricidade.
O padre Secchi, jesuíta, descobriu a análise espectral.
O padre Procópio Divisch, em 1759, descobriu o pára-raios, e não Franklin, que fez apenas aplicá-lo à proteção das casas.
O santo padre Beda descobriu as leis das marés.
O padre Gilbert introduziu os algarismos arábicos.
O padre Guido d’Arezzo inventou as notas musicais.
O padre José Joaquim Lucas, brasileiro, inventou o melógrafo, ou modo de escrever as notas e sinais que correspondem à escrita musical.
O padre Alberto, saxonio, imaginou as leis da navegação aérea.
O padre Bartolomeu de Gusmão, em 1720, fez a aplicação destas leis aos aerostatos, 60 anos antes de Mongolfier.
O padre Amaro, monge, foi o desenhador da célebre carta marítima, em 1456, que inclinou Colombo às suas explorações.
O padre Gauthier, em 1753, aproveitando as experiências de Papin, Dickens, Watt, inventou o moderno funcionamento da navegação.
O padre Nollet inventou as máquinas elétricas e descobriu a eletricidade nas nuvens.
O padre Raul, vigário de Sfax, é o verdadeiro inventor do submarino moderno.
Um padre dominicano, italiano, é o inventor das máquinas de compor, ou linotipia.
Os padres jesuítas são os descobridores do gás.
O padre Duen fundou, em 1715, a primeira fábrica de gás.
Foi um padre brasileiro quem inventou a máquina de escrever.
O padre Painton inventou a bicicleta, em 1745.
O padre Barrant, monge, descobriu o freio das locomotivas.
O padre cavalieri, jesuíta, inventou a policromia.
O bispo Regiomontanos, de Ratisbona, descobriu a teoria da imobilidade do sol e do movimento da terra em redor dele (em 1470). Isto é, 10 anos antes do padre Copérnico.
O padre Copérnico, polaco, achou o duplo movimento dos planetas sobre si mesmos e em volta do sol.
Os padres Ponce e Epée, beneditinos, estabeleceram o método da educação dos surdos-mudos, etc., etc…
O padre J. B. de La Salle foi o primeiro a fundar escolas livres.
O padre Fegenece foi o primeiro a praticar a gravura nas vidraças.
O cardeal Mezzofanti foi o maior conhecedor de línguas do século passado.
O bispo Virgílio, de Salzburg, foi o descobridor da existência dos antípodas.
O padre Alberto Magno, dominicano, descobriu o zinco e o Arsênico.
O cardeal Régio Fontana inventou o sistema métrico.
O padre Lucas de Borgo é o inventor da Álgebra.

Fonte: Livro “Ataques Protestantes às verdades católicas”. Autor: Pe. Júlio Maria.

29 de agosto de 2014

Males que afligem a Igreja e a necessidade de oração - S.S. Leão XIII



Males que afligem a Igreja


" A todos são conhecidos os males que Nós deploramos: a luta desapiedada contra os sagrados e intangíveis dogmas, que a Igreja guarda e transmite; a zombaria da integridade da virtude cristã, que a Igreja defende; a trama de calúnias de mil modos urdidas; o ódio fomentado contra a sagrada ordem dos bispos, e principalmente contra o Romano Pontífice; os ataques dirigidos, com a mais impudente audácia e a criminosa impiedade, contra a própria divindade de Cristo, no intuito de extirpar pelas raízes e de destruir a obra divina da Redenção, que força alguma poderá jamais destruir nem cancelar.



Estes ataques não são, certamente, uma novidade para a Igreja militante. Porquanto, depois do aviso dado por Cristo aos Apóstolos, ela sabe que, para instruir os homens no caminho da verdade e guiá-los à salvação eterna, ela deve todo dia descer a campo e travar combate. E, na realidade, nos séculos ela sempre lutou intrepidamente até ao martírio, considerando como sua precípua alegria e glória o poder unir o seu sangue ao do seu Fundador: no qual está depositada a segura esperança da prometida vitória.



 Por outra parte, entretanto, não podemos ocultar nos o profundo senso de tristeza que penetra os melhores, ante esta contínua tensão de batalha. De fato, é motivo de imensa tristeza ver o grande número dos que, pela perversidade dos erros e por esta insolente atitude contra Deus, são arrastados para longe e impelidos para o abismo; o grande número dos que, pondo num mesmo plano todas as formas de religião, pode-se dizer que já estão na iminência de abandonar a fé divina; o número notável dos que são cristãos só de nome, e não cumprem os deveres da sua fé.



E ainda mais nos aflige e nos atormenta o ânimo o considerarmos que a causa principal de tais ruinosos  e deploráveis males está na exclusão completa da Igreja das ordenações sociais, enquanto de propósito se hostiliza a sua salutar influencia. E nisto é de reconhecer um grande e merecido castigo de Deus, o qual cega miseravelmente as nações que se afastam d’Ele.



A necessidade da oração 



 Este estado de coisas mostra, com evidência sempre maior, o quanto é necessário que os católicos orem e supliquem a Deus com fervor e perseverança "sem nunca cessar" (1Tim 5, 17); e não somente em particular, porém ainda mais em público. Reunidos nos sagrados templos, conjurem Deus a se dignar, na sua infinita bondade, de livrar a sua Igreja "dos homens insolentes e malvados" (2 Tim 3, 2), e a reconduzir os povos ao caminho da salvação e da razão, na luz e no amor de Cristo.



Espetáculo incrível e maravilhoso! Enquanto o mundo percorre o seu caminho tormentoso, fiado nas suas riquezas, na sua força, nas suas armas e no seu engenho, a Igreja, com passo veloz e seguro, atravessa os séculos, depositando a sua confiança somente em Deus, a quem, de dia e de noite, ergue o olhar e estende as mãos súplices. Porque, embora na sua prudência não desdenhe os socorros humanos que, pela bondade divina, os tempos lhe oferecem, todavia não é nestes meios que ela deposita a sua principal esperança; mas sim na oração, coletiva e insistente, elevada ao seu Deus.



Nesta fonte ela alimenta e fortifica a sua vida; porque, elevando-se, mediante a oração assídua, acima das vicissitudes humanas, e mantendo-se constantemente unida a Deus, é-lhe dado viver, plácida e tranqüila, da própria vida de Cristo. E nisto ela é fiel imagem de Cristo, a quem o horror dos tormentos, sofridos pelo nosso bem, nada diminuiu nem tirou da beatíssima luz e da felicidade que lhe são próprias"