30 de maio de 2020

ATIVIDADES DO APOSTOLADO DO IBP EM CURITIBA

ATIVIDADES DO APOSTOLADO DO IBP EM CURITIBA

"Que alegria quando me vieram dizer: “Vamos subir à casa do Senhor...”" (Salmo 122, 1)

Nós tomamos parte dessa alegria do Salmista, que anseia por outra vez adentrar os átrios da casa do Nosso Deus, e outra vez assistir o Santo Sacrifício de Louvor e de propiciação que é entregue nos santos altares. É de fato uma grande graça que nos faz o Espírito Santo, de poder outra vez louvar a nosso Senhor depois deste tempo de exílio.

É evidente que o culto público nunca deixou de ser entregue, mas agora outra vez os fiéis poderão presenciá-lo nos átrios sagrados, para colher dele maiores graças e virtudes: "Os justos florescerão como a palmeira, se elevarão como o cedro do Líbano. Plantados na casa do Senhor, nos átrios de nosso Deus hão de florir." (salmo 91, 13)

Num espírito de grande gratidão Às misericórdias que Deus nos faz, retornamos deste Domingo de Pentecostes, dia 31 de Maio, com as missas do Instituto Bom Pastor, abertas aos fiéis.

O retorno será paulatino, e nos conformaremos com as justas disposições das autoridades competentes.


Peço encarecidamente a todos, que respeitem tais disposições tomadas por prudência, afim de não criar situações difíceis que impeçam radicalmente as nossas missas, e que colocam em perigo o nosso apostolado como um todo.

Peço atenção dos senhores aos seguintes pontos:

1) Fizemos algumas mudanças nos horários das missas dominicais, uma vez que se limita o número de participantes.

* Não haverá por enquanto a missa cantada aos domingos. Será substituída por três missas baixas, ambas celebradas, por enquanto, na Capela São José de Chambéry, uma vez que possui um maior espaço. A Missa da noite na capela militar continua suspensa.

Eis os horários das Missas dominicais para este tempo:

09h30: Missa Rezada (Chambéry)
11h00: Missa Rezada (Chambéry)
19h00: Missa Rezada (Chambéry)

2) A comunhão não será dada, por enquanto, durante a missa.

3) As Missas semanais continuarão por enquanto a ser transmitidas via Facebook às 07h30 a.m. A Missa Dominical, não será mais transmitida, por falta de meios para isso.

4) Por enquanto não serão atendidas confissões antes e depois das missas na capela. As confissões (e, também, comunhões) continuam a ser atendidas na casa do Padre durante a semana com prévia marcação.

5) É necessário respeitar o distanciamento no espaço religioso. Os bancos serão demarcados para isso.

6) O Uso de máscara durante as celebrações na capela é obrigatório, e ninguém pode se dispensar de usá-las. Lembrando que quem não estiver de máscara, não entrará na capela.

7) As pessoas idosas e que oferecem um “risco maior” continuam dispensadas da missa dominical.

8) Após a missa, ir direto para casa. Não se espremer no Vestíbulo que dá acesso à porta da capela.

9) A Catequese de adultos e as conferências das quartas-feiras presenciais continuam suspensas. As Conferências, contudo, são transmitidas no mesmo horário via Facebook.

10) Esperamos novas disposições da Arquidiocese. As Conferências são transmitidas no mesmo horário via Facebook. Continuam ainda as transmissões de segunda à sábado. Missa às 07h30 e terço às 18h00.

Reitero o pedido para que obedeçam a tais disposições, respeitando o distanciamento na capela, assim que o uso da máscara. Lembro sempre que não precisam concordar com as tais disposições, basta respeitá-las caso queira frequentar o espaço da capela para as celebrações litúrgicas nesse tempo de crise.

Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

Padre Thiago - IBP Curitiba

Educação dos Filhos: Aula 1: Princípios gerais da educação

28 de maio de 2020

A ALMA DE TODO APOSTOLADO

J. B. Chautard


Parte 2/31

Procuraremos estudar algumas das causas de fecundidade da vida interior.
a - A vida interior atrai as bênçãos de Deus
Inebriabo ánimam sacerdotum pinguédine, et pópulus meus bonis meis adimplébitur. Notemos a conexão das duas partes deste texto. Deus não diz: Darei mais zelo, mais talento, aos meus sacerdotes, mas: Inebriarei sua alma, isto é, enchê-los-ei do meu espírito, comunicar-lhes-ei graças escolhidas e desta sorte meu povo receberá a plenitude de meus bens.
Poderia Deus ter distribuído a graça conforme quisesse, sem levar em conta nem a piedade do ministro, nem as disposições dos fiéis. Assim procede no batismo das crianças. Consoante, porém, a lei ordinária da sua providência, esses dois elementos são a medida dos dons celestes.
Sine me, nihil potestis fácere. Tal é o princípio. No Calvário correu o sangue redentor. Como irá Deus assegurar-lhe a fecundidade? Por meio de milagres de difusão de vida interior. Nada mais acanhado que o ideal e o zelo dos apóstolos antes do Pentecostes. O Espírito Santo transforma-os em homens interiores e para logo maravilhas opera a sua pregação. Deus não mais renovará ordinariamente o prodígio do cenáculo. Para o futuro deixará as graças de santificação a braços com a livre e laboriosa correspondência da criatura. Mas, ao fazer do Pentecostes a data oficial do nascimento da Igreja, não nos dá ele claramente a entender que seus ministros devem considerar como prelúdio de suas obras de co-redentor a santificação pessoal?
Por isso é que todos os verdadeiros operários apostólicos confiam muito mais nos seus sacrifícios e nas suas orações do que no exercício de sua atividade. Antes de subir os degraus do púlpito, o Padre Lacordaire orava durante muito tempo, reentrando na sua cela, dava-se a disciplina. O Padre Monsabré, antes de usar da palavra em Nossa Senhora de Paris, rezava de joelhos o rosário inteiro. "Tenho a minha última infusão", respondia ele com graça a um amigo que o interrogava sobre esse execício. Ambos estes religiosos viviam do princípio enunciado por São Boaventura: Os segredos do apostolado fecundo vão haurir-se muito mais aos pés de um crucifixo do que na ostentação de qualidades brilhantes. Manent tria haec: verbum, exemplum et orátio; major autem his, est orátio, exclama São Bernardo. Palavra sobremodo enérgica, que mais não é do que o comentário da resolução tomada pelos apóstolos de deixarem certas obras, para se poderem aplicar de preferência à oração: Orationi, e só depois ao ministério da palavra: Ministério verbi.

25 de maio de 2020

A ALMA DE TODO APOSTOLADO

J. B. Chautard


QUARTA PARTE

FECUNDIDADE DAS OBRAS PELA VIDA INTERIOR


Parte 1/31

1 - A vida interior é condição para a fecundidade das obras
Abstraímos aqui da razão de fecundidade que os teólogos denominam ex opere operato. Considerando apenas a que resulta ex opere operantis, convêm lembrar que, se o apóstolo realiza o Qui manet in me et ego in eo, assegurada está a fecundidade da sua obra, querida por Deus: Hic fert fructum multum. É a lógica evidente deste texto. Em face desta autoridade, supérfluo será provar a tese. Limitemo-nos a confirmá-la com fatos.
Durante mais de trinta anos, pudemos seguir o andamento de dois orfanatos de maninas, dirigidos por duas congregações diferentes. Ambos atravessaram um período de manifesta decadência. Por que não dizê-lo? De dezesseis órfãs recolhidas em condições idênticas e que, chegadas à maioridade, tinham saído desses asilos, três do primeiro e duas do segundo, no espaço de oito a quinze meses passaram da comunhão frequente ao estado mais aviltante da escala social. Das outras onze, só uma se conservou profundamente cristã; todas, entretanto, tinham sido colocadas, por ocasião da saída, em casas de famílias honestas.
Num destes orfanatos, há cerca de onze anos apenas, houve mudança de superiora. Seis meses depois, já se comprovava radical transformação no espirito da casa.
A mesma transformação se observava, passados três anos, no outro orfanato, porque, continuando as mesmas superioras e as mesmas religiosas, apenas houvera mudança de capelão.
Ora, desde essa época, nem uma só dessas pobres meninas, que saíram por ter atingido a maioridade, foi atirada por Satanás para a lama das sarjetas. Todas, absolutamente todas se conservaram boas cristãs.
Simplicíssima é a razão destes resultados. Nesses orfanatos não havia à testa da casa ou no confessionário uma direção interior profundamente sobrenatural: isso bastava para paralisar, ou ao menos para atenuar, a ação da graça. Num dos casos a antiga superiora e no outro o antigo capelão, ambos sinceramente piedosos, mas sem verdadeira vida interior, nenhuma ação profunda e duradoura portanto, exerciam. Piedade de sentimento, de meio, comunicativa exclusivamente feita de práticas e de hábitos, produzindo apenas crenças vagas, amor sem calor e virtudes sem raízes. Piedade frouxa, melíflua, toda de exterioridades, de afetação ou de rotina, piedade tal que somente servia para formar boas criaturas incapazes de fazer mal a ninguém, afetadas, que só sabiam fazer mesuras, mas sem força de caráter, a reboque da sensibilidade e da imaginação. Piedade impotente para rasgar largos horizontes à vida cristã e para criar mulheres fortes, preparadas para a luta; piedade que, quando muito, só lograva conter aquelas desditosas crianças que enlanguesciam nas gaiolas e suspiravam pelo dia em que de lá poderiam sair. Eis a única vida cristã que haviam conseguido fazer germinar na alma das crianças esses obreiros evangélicos para quem era quase desconhecida a vida interior. Mudam essas duas comunidades, uma de superiora e outra de capelão. Tudo imediatamente muda de aspecto. Que maneira tão diferente de compreender então a oração! Como os sacramentos são mais fecundos! Como é diversa a compostura na capela e até no trabalho e na recreação! Mudanças radicais demonstradas pela análise e que manifestam alegria tranquila, grande entusiasmo, aquisição de virtudes e, em algumas almas, desejo intenso de vocação religiosa. A que atribuir tal transformação? A nova superiora, o novo capelão, eram almas interiores.
Em grande número de colégios, externatos, hospitais, patronatos, paróquias, comunidades e seminários, o observador atento, sem dúvida nenhuma, terá também atribuído idênticos efeitos às mesmas causas.
Ouçamos São João da Cruz: Reflitam aqui durante alguns instantes, diz ele, esses homens devorados pela atividade que pensam revolver o mundo com suas pregações e demais obras exteriores, e sem custo algum chegarão a compreender que muito mais úteis seriam à Igreja e muito mais agradariam ao Senhor ( não falando do bom exemplo que dariam em torno deles), se consagrassem mais tempo à oração e aos exercícios da vida interior.
Certo é que, procedendo assim, com uma só obra e com muito menos trabalho fariam Maior Bem do que fazem com milhares de outras a que dedicam a vida. A oração lhes mereceria essa graça, e lhes alcançaria as forças espirituais, de que hão mister para produzir frutos. Sem  ela, tudo se reduz a grande estrondo; é o malho que, ao cair sobre a bigorna, mais não faz do que acordar todos os ecos das circunvizinhanças. Sem ela, apenas se faz um pouco mais que nada, muitas vezes até absolutamente nada, ou mesmo dano. Livre-nos Deus de tal alma, se ela começa a envaidecer. Debalde militariam a seu favor as aparências; a verdade é que ela nada fará, pois é absolutamente certo que nenhuma boa obra pode realizar-se sem a virtude de Deus. OH! quanto se poderia escrever aqui a tal respeito, tendo em mira aqueles que abandonam o exercício da vida interior e que aspiram a obras retumbantes, capazes de pô-los em destaque e de agradar a todas as vistas. Essas pessoas nada entendem do veio da água viva, e da fonte misteriosa que tudo faz frutificar. 
Certas palavras do santo são tão enérgicas como a frase de São Bernardo - ocupações malditas, mais acima citada. É impossível taxá-las de exagero, se nos recordarmos que as qualidades que Bossuet mais admirava em São João da Cruz são o perfeito bom senso, o zelo em acautelar contra o desejo de vias extraordinárias para chegar à santidade, e a rigorosa precisão no exprimir pensamentos de notável profundidade.

24 de maio de 2020

Sem Cerimônias - Santa Teresinha

Peço muitas vezes à Santíssima Virgem dizer ao Senhor que não faça cerimônias comigo. É ela que faz bem as minhas comissões! Pois bem, não compreendo mais nada da minha doença, e estou melhor! Mas eu me abandono e sou feliz assim mesmo. O que seria de mim se nutrisse a esperança de morrer logo? Que decepção! Mas não tenho nenhuma, porque estou contente com tudo o que o Bom Deus faz, e desejo só a sua vontade.

21 de maio de 2020

Sagrada Novena do Divino Espírito Santo - Download

Sagrada Novena do Divino Espírito Santo

Começa amanhã no Apostolado do Instituto Bom Pastor de Curitiba a Novena de Pentecostes.
A Novena Primaz, mãe de todas as Novenas.
Que prepara para a Festa da Descida do Espírito Santo, e ainda pede para as nossas almas as graças, os dons e as consolações do Divino Espírito Santo.
É uma Novena de grande importância para a Igreja, Novena indulgenciada, Novena poderosa.
Devemos fazê-la com toda devoção, pedindo as graças particulares mais necessárias para si mesmo, e ainda o auxílio divino em tais situações atuais.
Rezemos pelo fim da crise, Rezemos pelos nossos apostolados, Rezemos pelo retorno da nossa Missa.
Salve Maria!
Deus Abençoe a todos.

Padre Thiago - IBP - Curitiba