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3 de setembro de 2014

Do diabólico delírio dos mórmons - Pe. Leslie Rumble, M.S.C. (6/20)

Os Mórmons
ou
"Santos dos Últimos Dias"

Padre Leslie Rumble, M.S.C.
Doutor em Teologia  
Missionarii Sacratissimi Cordis
"Missionários do Sagrado Coração"

O LIVRO DE MÓRMON
Tempo é agora de tornarmos à mensagem, tão vital para a humanidade, que Joseph Smith proclama ter extraído das lâminas. Começou ele ditando a tradução delas, feita por ele mesmo, a escribas em Manchester, em 1827, conforme o seu próprio relato, e acabou o trabalho em Fayette, N.Y. em 1829. Menção nenhuma é feita de ter tido qualquer parte nesse trabalho Sidney Rigdon, o pregador reavivamentista que tinha tanta facilidade na citação da Escritura. A obra completa foi publicada como o "Livro de Mórmon", em 1830. Nela nos é dada a estupenda informação, que não deve ser achada em quaisquer outros registros históricos, de que os índios Americanos são realmente os descendentes das dez tribos perdidas de Israel; que Jesus Cristo pessoalmente visitou e pregou o seu evangelho na América; e que os índios em certo tempo tiveram uma plena civilização cristã, mas a perderam completamente! A história começa com a confusão das línguas na Torre de Babel, cerca de 2200 anos A. C. Uma parte da gente então dispersada achou o seu caminho para a América do Norte, e foi conhecida como Jareditas. 
Contudo, os Jareditas foram suplantados por uma invasão de Israelitas uns 1500 anos depois. Eis como isso aconteceu. Pelo século sétimo A. C. havia um hebreu chamado Lehi que, com sua mulher e filhos, vivia em Jerusalém. Esse homem foi mandado por Deus fugir para um país distante. Com a mulher e os filhos e com um bando de seguidores, atravessou ele o oceano num barco, e aportou à América. Ali os novos colonos se multiplicaram e prosperaram. Entretanto, quando Leni morreu, Deus designou o seu filho mais moço, Nefi, para chefe da tribo. Outro filho, Laman, que era mais velho, ressentiu-se com isso; e os descendentes dos dois filhos, os Nefitas e os Lamanitas, estiveram constantemente em guerra.
Aos Nefitas, como povo escolhido de Deus, Cristo veio após a sua ressurreição, para estabelecer a sua Igreja com o auxílio deles na América, como a havia fundado na Palestina. Dentre os Nefitas Cristo escolheu outros doze apóstolos, e igualmente nomeou profetas, pastores, mestres e evangelistas, deixando uma Igreja organizada que floresceu por perto de 200 anos. Mas, ai! os Nefitas não permaneceram fiéis. Perderam a sua herança pelas suas transgressões, e foram destruídos pelos Lamanitas, que por sua vez degeneraram nas tribos selvagens da América do Norte.
Todavia, por causa dos "últimos dias", o último dos profetas Nefitas, Mórmon, recebera ordem de Deus para gravar em lâminas de ouro um registro dos tratos de Deus com seu povo e das suas revelações, registro a ser escondido na terra até aparecer e se unir com a Bíblia, como outro livro sagrado, para o cumprimento dos desígnios de Deus. O irmão de Mórmon, Moroni, depois de acrescentar algumas recordações pessoais, enterrou as lâminas de ouro no ano 420 (A. D.).
Quatorze séculos depois, Moroni, agora um anjo, revelou a um rapaz pobre, sem instrução, Joseph Smith, o lugar secreto onde as lâminas haviam sido escondidas. O tempo estava maduro para que os Santos dos Últimos Dias herdassem a plenitude da verdadeira religião, e Joseph Smith foi divinamente chamado para o fim de introduzir os homens na Nova Dispensação.
Obedientemente, com o auxílio dos "óculos" mágicos, ele traduziu as indecifráveis inscrições de "Egípcio Reformado" gravadas nas lâminas de ouro, e deu à humanidade o Livro de Mórmon como um suplemento, igualmente inspirado e necessário, à Bíblia.

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