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13 de setembro de 2014

Do diabólico delírio dos mórmons - Pe. Leslie Rumble, M.S.C. (11/20)

Os Mórmons
ou
"Santos dos Últimos Dias"

Padre Leslie Rumble, M.S.C.
Doutor em Teologia  
Missionarii Sacratissimi Cordis
"Missionários do Sagrado Coração"

NOVA DISPENSAÇÃO
Joseph Smith, como vimos, cresceu num ambiente de reavivamentismo protestante, e declarou que ficava desnorteado com as pretensões e contrapretensões das seitas colidentes. Como tantos outros antes dele, procurou uma solução abandonando todas as outras e erigindo uma Igreja sua — assim aditando mais um rebento do protestantismo para aumentar a confusão que o afligira inicialmente!
Mas ao menos podemos ver que o Mormonismo é inteiramente resultado dos princípios protestantes do juízo privado operando num círculo puramente protestante. Não se pode dizer que Joseph Smith tenha rejeitado o Catolicismo, pela simples razão de não haver ele sabido coisa alguma sobre este. O seu movimento foi uma reação contra a confusão do Protestantismo; e ao tipo fundamentalista de Protestantismo — a única religião que ele conhecia — foi que aditou o Livro de Mórmon e algumas revelações ulteriores que imaginava lhe terem sido concedidas.
"No seu artigo sobre "Mormonismo", na "Encyclopaedia Britannica", Reed Smoot, ex-Senador de Utah, diz-nos que o Mormonismo "não pretende ser uma nova religião, mas considera-se uma nova dispensação". Diz ele que tem havido muitas dispensações concedidas por Deus de tempo em tempo, mas que a última dispensação "da plenitude dos tempos" foi agora proclamada por meio de Joseph Smith.

As fontes da verdadeira doutrina para os Mórmons são agora:

1. As Escrituras Judaica e Cristã; isto é, o Antigo e o Novo Testamentos;
2. O Livro de Mórmon;
3. A Doutrina e os Pactos (Revelações feitas a Joseph Smith);
4. A Pérola de Grande Preço (coleção de escritos de Moisés e de Abraão não contidos na Bíblia, e outros escritos de Joseph Smith).

Entretanto, a doutrina contida nestes documentos está sendo continuamente suplementada por novas revelações feitas aos Mórmons, as quais só têm força obrigatória se oficialmente adotadas por uma Conferência Geral da Igreja.

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