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23 de março de 2016

Tesouro de Exemplos - Parte 78

ESTAR TRISTE NO CONVENTO?...

S. Francisco de Assis, quando abandonou o mundo e todos os bens que possuía por amor de Deus, embora se encontrasse quase desnudo, dizia cheio de gozo:
“Meu Deus e meu tudo”, como se dissesse: Tenho Deus, tenho tudo!
Mais tarde, notando que um dos seus frades andava tristonho, disse-lhe: “Que é que tens, irmão, que estás triste? Cometeste algum pecado? Não sabes que só a culpa nos deve entristecer? Vai rezar: só aos pés de Jesus se deve gemer e pedir perdão; diante de mim e dos outros confrades não se deve fazer isso”.
S. Francisco de Borja, também depois de retirar-se da corte e dar-se inteiramente a Deus, sentia consolação e felicidade, que passava noites inteiras sem poder dormir.
S. Filipe Néri, que também não conseguía conciliar o sono em vista do grande prazer que sentia no serviço de Nosso Senhor, dizia: “Por favor, meu Jesus, deixai-me dormir!”
De S. Francisco Xavier sabe-se que, em suas excursões apostólicas através das índias, descobria o peito e exclamava: “Basta, Senhor! Basta de consolações, pois o meu coração não é capaz de contê-las”.
Bem dizia S. Teresa que mais vale uma só gota dessa paz, que só Deus pode dar, do que todos os prazeres, riquezas e glórias do mundo.
S. Romualdo, penitente austeríssimo, que, entretanto, viveu 120 anos, mostrava sempre o rosto tão alegre e sereno que causava alegria a todos que olhavam para ele.

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