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16 de dezembro de 2016

Tesouro de Exemplos - Parte 226

FALÊNCIA SENSACIONAL

Um banqueiro de Poitiers (Franca) declarara falência. Os credores apresentaram-se para exigir seu dinheiro: um trinta mil francos, outro quarenta mil e, assim, milhares de credores reclamavam grandes somas. Um credor, porém, reclama apenas sete francos e meio. Surpreendidos, os demais perguntaram-lhe como se explicava que exigisse só aquela pequena quantia, quando se sabia que depositara naquele banco quarenta e cinco mil francos. Éle tranquilamente respondeu:
— Já os retirei há algum tempo,
— Como? Alguém avisou ao senhor que o banco ia falir?
— Sim; eu o li num jornal.
— Num jornal? E como nós não lemos essa noticia?
— Leram, sim; mas não a entenderam. Eu li que o banqueiro assistiu aos funerais de um livre-pensador e pronunciou um discurso veemente defendendo a impiedade; daí me veio o pensamento, agora comprovado, de que um homem que não era em Deus nem na vida futura, não pode ter consciência, nem honra, e apressei-me a retirar o meu dinheiro.

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