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22 de janeiro de 2016

Tesouro de Exemplos - Parte 49

COMO MORRE UM AVARENTO

Em Paris, estava um velho avarento estendido em seu leito de agonia. Trabalhara sem cessar durante toda a vida, não só nos dias úteis mas também nos domingos e festas de preceito, e isso para amontoar riquezas e mais riquezas. A sua divisa parece ter sido esta: “Ouro, por ti eu vivo; por ti eu morro!”
Como estava prestes a expirar, pediu que lhe colocassem nas mãos muitas moedas de ouro. Fizeram-lhe a vontade e, assim, expirou. As moedas rolaram pelo chão. Estava morto, afinal, o gozo do ouro...
Em nós, deve morrer o pecado. É palavra de S. Paulo: “Nós, cristão, devemos estar mortos para o pecado”

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