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26 de junho de 2016

Tesouro de Exemplos - Parte 138

NO MÉXICO MÁRTIR

Era a primeira sexta-feira de abril de 1927. Os prisioneiros foram deixados toda a manhã sem alimento algum, e depois interrogados. Do advogado González Flôres exigiam que revelasse onde estava oculto o Arcebispo, mas não conseguiram arrancar-lhe uma palavra.
As 14 horas foi suspenso ao alto pelos dedos polegares. Estando nessa tormentosa posição, foi flagelado, e rasgados os membros com facas que lhe enterravam na barriga das pernas... mas não revelou nada, antes encorajava seus companheiros a sofrerem por Jesus Cristo.
O capitão deu-lhe um golpe com a coronha do fuzil, quebrando-lhe o queixo e fazendo saltar os dentes. O mártir suportou com paciência esse novo tormento.
Foram chamados outros soldados, que, com inúmeras punhaladas o mataram.
Antes de expirar, fazendo um último esforço, o mártir exclamou: “Ouçam ainda uma vez as Américas: Eu morro, mas Deus não morre! Viva Cristo-Rei!”
No primeiro aniversário do martírio de seu pai, o filho primogênito de González Flôres, de 5 anos apenas, obteve licença de fazer a primeira comunhão.
Quando lhe perguntavam: Onde está o papai? Respondia: Está no céu... e os homens o mataram porque ele queria tao bem a Jesus...

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