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30 de abril de 2016

Casamento e Família - Dom Tihamer Toth.

Conferência XII


Parte 3/8


B - A mesa da família apóia-se, pois, em primeiro lugar sobre o princípio de autoridade.
a - É o princípio que São Paulo formula claramente quando dá em sua epístola aos Efésios a seguinte ordem: "As mulheres sejam submissas aos seus maridos como ao Senhor; porque o marido é a cabeça da mulher, como Cristo é a cabeça da Igreja" (Ef 5, 22 - 23).
Naturalmente ouvindo esta prescrição de São Paulo dirão, talvez, as mulheres:
"O Cristianismo não reconhece, pois, que a mulher é igual ao homem? Não é atraso exigir hoje que a mulher obedeça a seu marido? E o marido não abusa deste poder?"
"De fato, é preciso reconhecer que realmente há homens que pela sua conduta e modo de pensar são indignos de chefiar uma família. Reconhecemos também que o marido pode abusar de sua autoridade. E contudo esta exigência do cristianismo não é humilhante para a mulher. Pelo contrário, ela garante a felicidade familiar, e é o que veremos, se compreendermos bem o que não significa a obediência da mulher e o que ela significa na realidade".
b - Primeiramente ela não significa que a mulher tenha menos valor, menos direito e menos dignidade que seu marido, Não se trata naturalmente disto.
Não significa ainda mais que a mulher deva realizar todos os caprichos e todos os desejos de seu marido, mesmo aqueles que não podem ser satisfeitos sem humilhação para a mulher ou sem pecado.
Enfim, não significa que o marido tenha o direito de tratar sua mulher como uma criança menor, privada de uso de razão, de tiranizá-la, brutalizá-la e fazê-la sofrer.
Não se trata disto.

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