7 de maio de 2018

Tesouro de Exemplos - Parte 485 e 486

A COMUNHÃO DA FORÇAS

1. S. Catarina de Sena, desde a idade de vinte anos, só se alimentava com a Sagrada Eucaristia. Não comia nem um pedaço de pão sequer e nunca sentia fraqueza. A comunhão avivava em seu coração o fogo do amor divino e recebia consolações inefáveis. Se intentava provar algum alimento sofria agudas dores e não podia retê-lo.
2. S. Ludovina viveu vinte e cinco anos sem mais alimento que a comunhão semanal. Para certificarem-se que isso se devia ao Santíssimo Sacramento, deram-lhe uma vez a partícula sem consagrar. Ora, em pouco tempo a sua fraqueza foi tão grande que esteve às portas da morte. Deram-lhe então a sagrada comunhão e imediatamente recuperou as forças.

6 de maio de 2018

Retratos de Nossa Senhora, Juan Rey, S. J.,

RETRATOS DE NOSSA SENHORA

A Imaculada Conceição


Parte 5/6

A obra de Deus na formação de sua Mãe Santíssima foi uma restauração da natureza humana estragada pelo pecado. O homem que Deus colocou no Paraíso foi uma obra primorosa da sabedoria, do poder e do amor de Deus. Os homens com os seus pecados estragaram essa obra maravilhosa e Deus propôs-se restaurá-la.
Essa restauração é Maria Imaculada.
Contemplemos a Santíssima Trindade realizando essa obra restauradora. A omnipotência, a sabedoria e o amor de Deus estão deliberando. Contemplam a alma humana. Que diferente de como saiu das suas mãos! A imagem divina estampada nela esta apagada; em troca deixaram ali a sua forma imunda o pecado de Adão e os pecados e os vícios de todos os homens. Centenas de gerações pecadoras, milhões e milhões de homens pecadores mancharam essa pobre alma. A Mãe de Deus tem que ter uma alma humana; porém tem que ser uma alma puríssima. O amor de Deus reclama-o e pergunta à sabedoria divina, que faremos para preparar a alma de Maria?
E a sabedoria responde:
As manchas de pecado que afeiam as almas dos homens, só podem apagar-se com sangue divino. Eu, feito homem, apagá-las-ei com o meu próprio sangue; porém ainda não baixei à terra, ainda não tomei a carne mortal. Poder infinito, para ti nada há impossível, não poderias antecipar a força purificadora do meu sangue? Não poderias aplicar à alma da que há de ser minha Mãe, a virtude redentora do sangue que um dia derramarei na cruz? A omnipotência põe-se ao serviço da sabedoria e do amor. A virtude redentora do sangue de Jesus Cristo aplica-se antecipadamente à alma de Maria, impede que seja manchada pelo pecado e deixa-a mais pura que o raio de sol e que a camada de neve que cobre o cume da montanha.
Continua a Santíssima Trindade a sua obra restauradora.
Contemplam o coração humano: é um ninho de víboras, é um fervedoiro de paixões. Ali se agitam a soberba, a inveja, a avareza, a luxuria. Ao vê-lo, a sabedoria de Deus exclama: Eu não posso viver junto desse coração, eu não posso reclinar nele a minha cabeça quando me fizer homem, eu não posso tirar dele o sangue que circule no meu corpo. Poder divino, livra de todas as víboras o coração de minha Mãe. Amor divino, penetra tu nele, acende ali a chama da tua caridade para que me ame com o amor mais puro, como a filho e como a Deus.
E a omnipotência e o amor realizam a obra que a sabedoria lhes propõe. Agora é a mesma sabedoria de Deus que vai preparar a inteligência de sua Mãe. Essa inteligência não pode estar obscurecida com as trevas da culpa. O conhecimento que minha Mãe tenha de mim e das coisas divinas não pode ser inferior ao que tiveram Adão e Eva no Paraíso, e o que terão os apóstolos inspirados; todos eles são criaturas minhas e Maria vai ser a minha Mãe. Eu iluminarei essa inteligência com a luz da minha ciência, porém mais tarde, eu, Sabedoria infinita, encerrar-me-ei no seu seio e falarei com ela e revelar-lhe-ei os segredos da divindade, e tratá-la-ei com mais intimidade que ao primeiro homem antes de cair na culpa.
A alma de Maria esta limpa de pecado; o coração de Maria esta livre de paixões desordenadas; a inteligência de Maria esta livre de defeitos. Agora as três pessoas divinas vão enriquecer e adornar a alma de Maria..
Diz o Filho: Que os meus merecimentos se apliquem à alma de minha Mãe. Diz o Espírito Santo: Que os meus dons adornem a alma de minha esposa. E o poder do Eterno Pai deposita na alma de sua filha abundância de graças santificantes mais copiosas que as que têm os anjos e os santos. Agora as pessoas divinas vão modelar o corpo de Maria. Uma alma perfeitíssima como a que preparamos necessita de um corpo perfeitíssimo também, que seja instrumento apto a praticar todas as virtudes.
O Filho de Deus diz: Desse corpo se há de formar o meu. O corpo que eu tomar, deve ser formosíssimo e perfeitíssimo; que o corpo de minha mãe seja perfeitíssimo e formosíssimo também, pois temos que assemelhar-nos. E a sabedoria de Deus, impulsionada pelo amor, e ajudada pela omnipotência, vai modelando com carinho o corpo de Maria, sua Mãe. Aqueles braços que o hão de segurar, aquelas mãos que o hão de acariciar, aqueles olhos que o hão de olhar, aqueles lábios que o hão de beijar. 
Já esta restaurada a natureza humana, já esta reedificado o palácio que o pecado destruiu, já esta esmagada a cabeça de Lúcifer que maquinou a ruína da humanidade.
Maria Imaculada; aí tendes a obra primorosa da Santíssima Trindade, aí tendes a restauração esplêndida da pobre natureza humana. Tudo isso significa a Imaculada Conceição.

5 de maio de 2018

São Pio V, Papa e Confessor

Pio nasceu numa cidade chamada Bosco, na Lombardia, mas era descendente dos Ghisleri, uma família nobre da Bolonha. Aos quatorze anos, ingressou na ordem dos Fredes Pregadores (Dominicanos). Era um homem que se destacava pela maravilhosa paciência, profunda humildade, grande austeridade de vida, contínuo fervor na oração, e ardentíssimo zelo pela observação da regra e pela honra de Deus. Estudou Filosofia e Teologia, e de modo tão excelente que foi por muitos anos, com louvor, encarregado do magistério dessas ciências. Pregou publicamente em muitos lugares, com muito proveito dos ouvintes. Desempenhou o ofício de inquisidor com inviolável fortaleza de alma, e conservou muitas cidades imunes da heresia que então grassava, até arriscando a própria vida.

Paulo IV, a quem agradaram suas exímias virtudes, promoveu-o a Bispo de Nepi e Sutri, e, depois de dois anos, ele foi instrito entre os Cardeais da Igreja Romana. Pio IV transferiu-o para a Igreja de Mondovì, no Piemonte, onde, chegado, deparou-se com muitos abusos que haviam surgido na diocese. Ele reformou totalmente sua diocese, e, tendo cumprido seus afazeres, retornou a Roma, onde lhe chamaram a atenção matérias de gravíssimo interesse, para as quais usou da audácia e constância apostólicas. Após a morte de Pio IV, o quinto Pio, para a surpresa de todos, foi eleito para sucedê-lo. Tendo-se tornado Papa, ele não mudou seu modo de viver senão com relação ao hábito exterior. A Propagação da Religião lhe era objeto de cuidado constante; a restauração da Disciplina da Igreja, de trabalho indefectível; a extirpação dos erros, de vigilância assídua; o socorro às necessidades dos pobres, de beneficência infalível; a defesa dos direitos da Sé Apostólica, de firmeza invicta.

O sultão turco Selim se gloriava de muitas vitórias, e ajuntou uma grande frota no Golfo de Lepanto, mas Pio V o destruiu, não tanto pela força das armas quanto pelas orações que fazia a Deus. Na hora em que a vitória era ganha, Pio o soube por uma revelação interior de Deus, e manifestou o fato para seus serventes. Ele se ocupava com os preparativos para uma nova expedição contra os turcos, quando caiu em grave doença. Aturou acérrimas dores pacientíssimamentem em quando chegou o fim, recebeu os Sacramentos da maneira usual, e com grande paz entregou seu espírito a Deus no ano da graça de 1572, com 68 anos de idade e seis anos, três meses e vinte quatro dias de papado. Seu corpo está sepultado na Basílica de Santa Maria, onde o Presépio de Belém é mantido e muitíssimo venerado pelos fiéis, que obteram de Deus, pelas suas orações, muitos e evidentes milagres. Milagres esses que foram provados por investigação judicial pelo Papa Clemente XI, que inscreveu seu nome entre aqueles dos Santos.



"Não paralisaremos o progresso da heresia senão movendo o coração de Deus. Corresponde a nós, luz do mundo e sal da terra, levar caridade aos espíritos e animar os corações com o exemplo de nossa santidade e de nossa virtude."

Discurso de São Pio V à Cúria Romana no primeiro consistório do seu pontificado, com o qual indica a reforma dos costumes que empreenderia.




Pio V foi o primeiro e o mais importante dos chamados "Papas reformadores", isto é, que aplicaram as diretrizes do Sagrado Concílio de Trento.
Aplicou-se à reforma dos costumes, começando pelo seu exemplo de vida e penitência, e pela Cúria Romana. Deu aos pobres grandes somas de dinheiro que os seus predecessores gastavam com banquetes. Lutou contra as festas imorais e suprimiu a usura. Suprimiu totalmente o nepotismo, escolhendo os novos bispos e cardeais por suas qualidades morais. Aplicou a lei de residência dos bispos, ameaçando os desobedientes com o calabouço se permanecessem em Roma. Preocupou-se com a melhora das ordens religiosas. Levou a cabo a redação e publicação do Catecismo Romano. Reformou o Ofício Divino, retirando certos hinos renascentistas abusivos. Publicou o Missale Romanum e a bula Quo Primum. Proclamou São Tomás de Aquino Doutor da Igreja e ordenou a publicação da versão oficial da Suma Teológica.
Atuou na defesa da Fé contra os protestantes e os turcos. O avanço do protestantismo cessou em seu pontificado. Exortou os príncipes dubitativos entre a fidelidade à doutrina de Nosso Senhor Jesus Cristo e a heresia a decidir-se de uma vez, e aderir à reforma católica. Ameaçou com excomunhão Maximiliano II, da Alemanha, que favorecia o protestantismo. Abençoou o duque de Alba, que defendia o cristianismo, e auxiliou Segismundo II, rei da Polônia, a firmar a Religião católica no seu país, assim como trabalhou pela confirmação da Itália na verdadeira Religião. Excomungou Isabel da Inglaterra, filha ilegítima de Henrique VIII com Ana Bolena, que estabelecia o anglicanismo no reino, destruindo assim os resultados dos esforços de Maria Tudor, sua predecessora, para reestabelecer o catolicismo na Inglaterra, sendo esse a única excomunhão de um príncipe na época. Foi apoiado pelos príncipes italianos e pela inquisição espanhola.
Contra o avanço do Islão, constituiu a Santa Liga, entre Veneza, a Espanha e a Santa Sé. Com D. João da Áustria à cabeça desta, venceu gloriosamente para Cristo a batalha naval de Lepanto.
Sua festa é celebrada na Igreja Universal no dia 5 de maio.




Iste est, qui ante Deum magnas virtútes operátus est, et omnis terra doctrína ejus repléta est : Ipse intercédat pro peccátis ómnium populórum, allelúja.
Este é aquele que operou grandes virtudes diante de Deus, e de cuja doutrina se encheu toda a terra. Que ele interceda pelos pecados de todos os povos, aleluia.

Tesouro de Exemplos - Parte 484

A COMUNHÃO E O SACRIFÍCIO

Num leprosário de certa província chinesa, um jovem cristão, chamado Marcos Vang, depois de ter sarado da lepra, ficou no hospital para curar os enfermos. Um dia visitava o estabelecimento um grande personagem chinês e viu que Marcos limpava com muito carinho as chagas purulentas de um enfermo. Quando ouviu dizer que aquele era o seu trabalho diário, aproximou-se do enfermeiro e perguntou-lhe:
— Moço, de onde você tira forças e alegria para viver no meio desta gente apodrecida?
— Na comunhão. Eu comungo todos os dias — respondeu Marcos.
Devia ser por isso, certamente; mas aquele chinês pagão não pode compreender o mistério.

4 de maio de 2018

Tesouro de Exemplos - Parte 483

OS NOSSOS ÍNDIOS E A COMUNHÃO

Dos nossos índios escreveu o venerável P. José Anchieta, apóstolo do Brasil, uma notícia muito linda.
Dizia ele, numa carta que mandou a seus superiores, que os “índios, quando comungavam, derramavam abundantes lágrimas”. E acrescentava que, a respeito da Comunhão, havia pormenores edificantes, porque se acontece dizer-lhes (aos índios) alguém que se vinguem de outrem, respondem: “Eu sou de Comunhão; não devo fazer isso, não devo vingar-me!”

3 de maio de 2018

Retratos de Nossa Senhora, Juan Rey, S. J.,

RETRATOS DE NOSSA SENHORA

A Imaculada Conceição


Parte 4/6

Ponde a mão sobre o coração e dizei-me o que teríeis feito com a vossa Mãe neste caso. 
O Filho de Deus tinha de habitar nove meses naquele tabernáculo santo, e consentiria que aquele palácio seu tivesse servido antes de morada do demônio, o seu maior inimigo?
Vivia em Toledo um fidalgo castelhano. O seu pundonor podia servir de espelho aos cavalheiros do século XVI, século em que o pundonor abundava mais do que nos nossos tempos. O seu nome ficou imortalizado pelo feito que os poetas celebraram. O conde de Benavente. No régio Alcácer de Toledo, nesse Alcácer cujo nome ressoou ultimamente em todo o mundo pelo heroísmo dos seus defensores, nesse Alcácer toledano vivia o Imperador Carlos V. E veio visitar o Imperador o duque de Bourbon, súbdito do rei de França, mas que se tinha passado para as fileiras de Carlos V, e na batalha de Pavia tinha lutado contra o seu próprio rei.
O duque vinha a Toledo para receber do Imperador a recompensa da sua traição e o Imperador suplicou ao conde de Benavente que hospedasse o francês no seu palácio. O castelhano negou-se a recebê-lo. O Imperador obrigou-o a que o hospedasse. O vassalo obedeceu ao seu rei; porém ele com a sua família retirou-se para a casa de um parente seu. Depois de uma demora de uns dias o duque de Bourbon saía da cidade. Na noite seguinte as chamas de um incêndio gigantesco rompiam na escuridão de Toledo. O palácio de Benavente com todas as suas riquezas ficava reduzido a cinzas. O próprio conde tinha-lhe posto fogo porque tinha vivido nele um traidor, e o nobre castelhano já não podia viver ali, o palácio tinha ficado manchado. A tanto chega o pundonor de um homem.
E o Filho de Deus havia de tolerar que o palácio destinado para ele viver, fosse primeiro profanado com a presença do seu inimigo, o demônio?
"Descuit", convinha.
Havia razão para Deus fazer uma exceção à lei, e fê-la.
Maria estava destinada a ser Corredentora do mundo juntamente com Jesus Cristo. Tinha que destruir o império do pecado em união com o Redentor, como Eva em companhia de Adão o tinha introduzido no mundo, e não era conveniente que a destruidora do pecado começasse a vida sendo vítima dele.
Um dia o Filho de Deus, do seu trono de glória a direita do Pai inclinar-se-ia para a terra, onde sua Mãe vivia desterrada e lhe diria : "O inverno da dor passou, a chuva das tribulações cessou, as nuvens da prova dissiparam-se; já chegou a primavera eterna; minha Mãe, vem receber a coroa que te pertence". E Maria, sem sofrer a corrupção do sepulcro, elevar-se-ia ao céu.
Diante dela iria Jesus Cristo conduzindo-a até o trono da divindade e logo a coroaria como rainha dos céus e mandaria a todos os espíritos celestiais que lhe rendessem vassalagem.
Ah! se Maria não tivesse sido imaculada na sua conceição, se por algum tempo tivesse estado manchada com a culpa, se por um instante sequer tivesse sido escrava de Satanás, os anjos teriam podido dizer a Jesus Cristo: "Senhor, vós escolhestes para remir o mundo uma natureza inferior à nossa; e ainda que víssemos essa natureza ensanguentada e coberta de opróbrios, nós a adoraríamos, porque esteve sempre limpa de pecado e porque a divindade se tinha unido a ela. Porém, como quereis que veneremos essa mulher que nos apresentas como rainha, como queres que a reconheçamos superior a nós, se tendo uma natureza inferior à nossa a teve manchada com o pecado e nós nunca nos contaminamos com ele? Que reine sobre os homens, pecadores como ela; porém, que títulos pode apresentar para reinar sobre nós? "
Convinha.
Sim, convinha à dignidade de Mãe de Deus, convinha ao ofício de corredentora, convinha à dignidade de rainha dos céus que nunca estivesse manchada com o pecado; e como convinha, e Deus podia fazê-lo, fê-lo.

2 de maio de 2018

Tesouro de Exemplos - Parte 482

QUE É QUE A SENHORA ESTÁ OLHANDO?

S. Teresinha do Menino Jesus, quando exercia o oficio de sacristã de seu convento, tinha um cuidado especial com as hóstias. Não queria que a hóstia, na qual havia de estar Jesus presente, tivesse o menor, defeito. Um dia estava a olhar atentamente, como a aspirar algum perfume que saísse do cibório vazio, retirado do altar. Uma religiosa, que a observava, perguntou-lhe:
— Que é que a senhora está olhando, se Nosso Senhor já não está ai?
— Já sei que não está — respondeu ela — mas esteve há pouco e deixou algum perfume de suas virtudes e da bondade de seu coração.

1 de maio de 2018

Tesouro de Exemplos - Parte 481

MANIFESTAÇÃO EXTRAORDINÁRIA

O P. Antônio Chevrier, apóstolo dos meninos em Lyon, quando tinha oito ou nove anos, cria, em sua fé simples e infantil, que Nosso Senhor descia de maneira visível sobre o altar no momento da consagração - Julgava, porém, que só o sacerdote tinha direito de contemplá-lo, ao passo. que os fiéis deviam inclinar a cabeça para não verem uma maravilha tão grande, que os deslumbraria. Mas, um dia, por curiosidade levantou a cabeça no momento da elevação, e viu sem surpresa alguma, porém com admiração, um brilhante globo de luz, que veio pousar sobre o cálice. Imediatamente, cheio de confusão, abaixou a cabeça e por muito tempo não compreendeu que aquela manifestação sensível da presença de Jesus tinha sido uma graça extraordinária. Dali em diante encontrava todas as suas delicias em Jesus Sacramentado.