CASTEL GANDOLFO, quarta-feira, 19 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- Publicamos a intervenção de Bento XVI pronunciada diante dos peregrinos reunidos nesta quarta-feira no pátio da residência pontifícia de Castel Gandolfo sobre "São João Eudes e a formação do clero".
21 de agosto de 2009
Caminho de São João Eudes para penetrar no abismo de amor
CASTEL GANDOLFO, quarta-feira, 19 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- Publicamos a intervenção de Bento XVI pronunciada diante dos peregrinos reunidos nesta quarta-feira no pátio da residência pontifícia de Castel Gandolfo sobre "São João Eudes e a formação do clero".
A Luta de Classes - S.S. Pio XII
A Luta de Classes - Pio XII | |
|
ENTRADA DA ALMA NO CÉU
Santo Afonso de Ligório
(“Meditações para todos os dias e festas do ano” – Tomo III)
I. Oh Deus! Que dirá a alma ao entrar no reino bem-aventurado do Céu? Imaginemos ver morrer essa virgem, esse jovem, que, tendo-se consagrado ao amor de Jesus Cristo, e, chegada a hora da morte, vai deixar esta terra. Sua alma apresenta-se para ser julgada; o Juiz acolhe-a com bondade e lhe declara que está salva. O seu Anjo da guarda vem ao seu encontro e mostra-se todo contente; ela lhe agradece toda a assistência recebida, e o anjo responde-lhe: Alegra-te, alma formosa; já estás salva; vem contemplar a face do teu Senhor.
Eis que a alma se eleva acima das nuvens, acima do firmamento e de todas as estrelas: entra no Céu. Que dirá ao penetrar pela primeira vez nessa pátria bem-aventurada, ao lançar o primeiro olhar sobre essa cidade de delícias? Os Anjos e os Santos saem-lhe ao encontro e lhe dão, jubilosos, as boas vindas. Que consolação experimentará ao encontrar ali os parentes e amigos que a precederam, e os seus gloriosos protetores! A alma quererá prostrar-se diante deles; mas os Santos lhe dirão: Guarda-te de o fazer; porque somos servos como tu: “Vide ne feceris; conservus tuus sum”.
Ela irá depois beijar os pés de Maria, a Rainha do paraíso. Que ternura não experimentará ao ver pela primeira vez essa divina Mãe, que tanto a ajudou a salvar-se! Então a alma verá todas as graças que Maria lhe alcançou. A Rainha celestial abraça-a amorosamente e a conduz a Jesus que a acolhe como esposa e lhe diz: “Veni de Libano, sponsa mea; veni, coronaberis” (“Vem do Líbano, esposa minha; vem, serás coroada”). Regozija-te, esposa querida, passaram já as lágrimas, as penas, os temores: recebe a coroa eterna que te alcancei a preço de meu sangue. Ah, meu Jesus! Quando chegará o dia em que eu também ouvirei de tua boca estas doces palavras?
II. Jesus mesmo acompanhará a alma bem-aventurada afim de receber a bênção de seu Pai divino, que a abraçará carinhosamente e a abençoará, dizendo: “Intra in gaudium Domini tui” (“Entra no gozo do teu Senhor”), e então fa-la-á participar da sua própria gloriosa beatitude.
Meu Deus, aqui tendes a vossos pés um ingrato, que foi criado por Vós para o Céu, mas que muitas vezes, na vossa presença, o renunciou por indignos prazeres, consentindo em ser condenado ao inferno. Espero que já me haveis perdoado todas as injúrias que Vos fiz e de que de novo me arrependo e quero arrepender-me até à morte. Quero também que Vós sempre as torneis a perdoar-me. Mas, ó Jesus, embora já me tenhais perdoado, sempre ficará sendo verdade que tive a audácia de amargurar-Vos, meu Redentor, que, para me conduzir ao vosso reino, sacrificastes a própria vida. Para sempre seja louvada e abençoada a vossa misericórdia, ó meu Jesus, que me haveis aturado com tamanha paciência, e que, em vez de me punir, multiplicastes para comigo as graças, as luzes e os convites.
Vejo, meu amantíssimo Salvador, que quereis deveras a minha salvação; quereis ver-me em vosso reino para eu Vos amar eternamente; mas quereis que primeiramente Vos ame nesta terra. Sim, quero Vos amar. Ainda que não houvesse paraíso, quisera amar-Vos por toda a vida, com toda a minha alma, com todas as minhas forças. Basta-me saber que Vós, meu Deus, desejais ser amado por mim. Assisti-me, meu Jesus, com a vossa graça; não me abandoneis. Minha alma é eterna; estou, pois, na alternativa de Vos amar ou de Vos odiar eternamente! O que eu quero é amar-Vos eternamente; quero amar-Vos muito nesta vida para Vos amar muito na outra. Disponde de mim como Vos aprouver; castigai-me como quiserdes; não me priveis do vosso amor, e depois fazei de mim segundo a vossa vontade. Meu Jesus, os vossos méritos são a minha esperança. Ó Maria, ponho toda a minha confiança na vossa intercessão. Livrastes-me do inferno, quando estava em pecado; agora, que desejo só a Deus, deveis salvar-me e tornar-me santo.
15 de agosto de 2009
Pôs os dedos no seu ouvido e da própria saliva na língua, dizendo: Éfeta!
Um texto sobre o Evangelho deste domingo - Mc VII 31-37
Porque é que o criador de tudo, Deus, quando quis curar o surdo e mudo, levou os Seus dedos aos seus ouvidos, e, cuspindo, tocou-lhe a língua? O que é representado pelos dedos do Redentor, senão os dons do Espírito Santo? Por isso, quando, noutra parte, expulsava um demônio, disse: Se é pelo dedo de Deus que Eu expulso demônios, certamente é chegado a vós o reino de Deus. Essa frase, segundo um outro Evangelista, é descrita como se fosse dita assim: Se é pelo Espírito de Deus que eu expulso demônios, então é chegado a vós o reino de Deus. Portanto, levando em conta essas duas passagens, conclui-se que o Espírito é chamado dedo. Portanto, levar os dedos às orelhas é, pelos dons do Espírito Santo, abrir a mente do surdo à obediência.
O que é, em verdade, que, cuspindo, tenha tocado a sua língua? A saliva da boca do Redentor nos é receber a sabedoria em falar das coisas divinas. A saliva, obviamente, da cabeça flui para a boca. Essa mesma sabedoria, que é Ele mesmo, quando toca a nossa língua, imediatamente toma a forma de palavra de pregação. Ele, olhando para o céu, suspirou - não que Ele precisasse suspirar Àquele que dava o que Ele pedia - mas nos ensinou a suspirar Àquele que preside o céu, para que também os nossos ouvidos, pelos dons do Espírito Santo, sejam abertos, e a língua pela saliva da Sua boca, isto é, pela ciência de falar das coisas divinas, seja solta para a palavra de pregação.
Logo, Ele disse Éfeta, esto é, "Abri-vos!", e, no mesmo instante, abriram-se os seus ouvidos, e soltou-se a prisão da sua língua. Nisso devemos notar que foi por causa do fechamento dos ouvidos que foi dito "Abri-vos!". Mas àquele cujos ouvidos do coração forem abertos à obediência também será solta a prisão da língua, para que, as boas coisas que ele fizer, também diga aos outros que façam. Bem se acrescenta: E falava corretamente. Fala corretamente, pois, aquele que, primeiro, obedecendo, faz aquilo que, falando, admoesta que seja feito.
15 de agosto: Assunção da Bem-Aventurada sempre Virgem Maria em corpo e alma ao Céu
Hoje, a sagrada e animada [animata] arca de Deus vivente, que concebeu o Criador no seu útero, descansa no templo do Senhor, que não foi construído por mãos. E Davi exulta pela sua aparição, e o acompanham coros de Anjos, celebram os Arcanjos, as Virtudes glorificam, os Principados exultam, as Potestades se alegram junto, gozam as Dominações, os Tronos guardam um dia de festa, louvam os Querubins, apregoam a sua glória os Serafins. Hoje, o Éden do novo Adão recebe um paraíso animado [animatum], no qual a condenação foi ab-rogada, no qual foi plantada a árvore da vida, no qual foi coberna a nossa nudez.
Hoje, a Virgem imaculada, não rebaixada por nenhum afeto terreno, mas elevada aos pensamentos celestes, não voltou à terra, mas, por ser um céu animado [animatum], foi colocada nos tabernáculos celestes. Aquela, pois, da qual toda a verdadeira vida emanou, como provaria da morte? Mas ela se submeteu à lei estabelecida por Aquele que ela concebera, e, como filha do velho Adão, tomou sobre si a velha sentença (até o seu Filho, que é a própria vida, não a recusou), de modo que, como Mãe do Deus vivente, foi dignamente tomada para Ele.
Constituição Apostólica Munificentissimus Deus do Santo Padre, o Papa Pio XII, definindo o Dogma da Assunção de Nossa Senhora em Corpo e Alma ao Céu
<http://www.vatican.va/holy_father/pius_xii/apost_constitutions/documents/hf_p-xii_apc_19501101_munificentissimus-deus_po.html>
5 de agosto de 2009
Orações para se dizer diante do Santíssimo Sacramento
Amorosíssimo Jesus e Senhor meu, eis-me aqui prostrado diante de vossa divina presença; com todas as minhas potências vos adoro e desejo unir minha adoração com todas aquelas com que haveis sido, sois e sereis adorado por toda a eternidade. Adoro-vos, e reverencio-vos, meu divino Salvador, nesse augustíssimo sacramento de nossos altares, e vos rogo que vos digneis visitar espiritualmente esta minha pobre alma, dando-vos ao mesmo tempo graças por esta vossa infinita bondade.
4 de agosto de 2009
Padre Fábio de Melo: péssimo e lastimável exemplo para o Ano Sacerdotal
Ronaldo Mota
Online, 30/07/2009 às 14:51h
Ronaldo Mota - "Padre Fábio de Melo: péssimo e lastimável exemplo para o Ano Sacerdotal"
MONTFORT Associação Cultural
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=fabio-de-melo&lang=bra
Online, 04/08/2009 às 13:03h