31 de julho de 2026

DO YOU LOVE YOUR MOTHER?

Corporal Pierre Pitois was a remarkably brave soldier. It was he who asked Napoleon this question.

Pierre was always in the front line of battle. He feared no enemy bullets and fought heroically at the Battle of Wagram on July 6, 1809. After the battle, however, he disappeared. He had deserted the army.

Soon afterward he was captured and sentenced to death.

"One of our bravest soldiers—why did you do such a thing?" his comrades asked.

"I do not regret it," he replied. "I did no wrong."

At midnight, on the eve of the execution, an officer entered Pierre's cell. It was Napoleon, though the prisoner did not recognize him.

Taking him by the hand, the Emperor said kindly:

"My friend, as a military officer I have always admired your courage in battle. I have come to ask whether you would like to leave any message or keepsake for your family. I will see that it reaches them after your death."

"None."

"Would you not like to send a farewell to your father, your brothers, or your sisters?"

"My father is dead. I have neither brothers nor sisters."

"And your mother?"

"Oh, please do not mention her. Whenever I hear her name, I feel like weeping, and a soldier should not cry."

"Why not?" Napoleon answered. "I would never be ashamed to weep when thinking of my own mother."

"Then, Sir, you truly love your mother? Let me tell you everything.

Of all that exists in this world, nothing have I loved more than my mother. When I left for the army, she blessed me and said, 'If you love me, do your duty.'

During every battle, amid the bullets, I remembered those words. I knew no fear.

One day I learned that she was gravely ill. I asked permission to embrace her one last time, but they would not let me go.

Later I received word that she had died. I begged permission to see her even in death. Again, my request was refused.

I could bear it no longer. I had to place at least one flower upon her grave.

I went, I wept, and I gathered this little forget-me-not flower, which I have carried over my heart ever since.

Tomorrow I shall die, but death does not frighten me."

Deeply moved, Napoleon spoke a few words of comfort and departed.

The following day Pierre was led to the place of execution.

Just as the firing squad prepared to shoot, the Emperor arrived on horseback, granted him a pardon, spared his life, and promoted him to the rank of officer.

And you—do you love your Mother in Heaven?

Surely you will answer as Saint Stanislaus did:

"How could I not love her, since she is my Mother?"

And she says to you:

"Fulfill your duty, and I shall obtain for you the grace of perseverance and final perseverance."

O SENHOR AMA A SUA MÃE?

O cabo Pedro Pitois foi um soldado de extraordinária coragem. Foi ele quem fez essa pergunta a Napoleão.

Pedro estava sempre na linha de frente dos combates. Não temia as balas inimigas e, em 6 de julho de 1809, durante a Batalha de Wagram, lutou com grande bravura. Depois da batalha, desapareceu. Havia desertado do exército.

Pouco tempo depois, foi preso e condenado à morte.

— Tu, que eras um dos mais valentes soldados, por que fizeste isso? — perguntavam-lhe os companheiros.

— Não me arrependo — respondia ele. — Não fiz o mal.

À meia-noite, na véspera da execução, um oficial entrou na cela de Pedro. Era Napoleão, mas o prisioneiro não o reconheceu.

Tomando-o pela mão, o Imperador disse-lhe com bondade:

— Meu amigo, como oficial sempre admirei tua coragem nos combates. Agora venho saber se desejas deixar alguma lembrança para tua família. Providenciarei para que ela lhe seja entregue depois da tua morte.

— Não, nenhuma.

— Não queres mandar uma última saudação a teu pai, a teus irmãos ou a tuas irmãs?

— Meu pai já morreu. Não tenho irmãos nem irmãs.

— E tua mãe?

— Ah! Não pronuncie esse nome, porque, quando o ouço, tenho vontade de chorar, e um soldado não deve chorar.

— Por que não? — respondeu Napoleão. — Eu não teria vergonha de chorar ao lembrar-me de minha mãe.

— Ah! Então o senhor ama sua mãe? Vou contar-lhe tudo.

— De tudo o que existe neste mundo, nada amei tanto quanto minha mãe. Quando parti para a guerra, ela me deu sua bênção e disse: "Se me amas, cumpre o teu dever."

Durante as batalhas, diante das balas inimigas, eu sempre me lembrava dessas palavras. Nunca tive medo.

Um dia soube que ela estava gravemente doente. Pedi licença para abraçá-la pela última vez... mas não me deixaram partir.

Mais tarde recebi a notícia de sua morte e pedi permissão para vê-la ao menos depois de morta. Pela segunda vez, recusaram meu pedido.

Não consegui suportar. Precisava ir depositar ao menos uma flor sobre o seu túmulo.

Fui, chorei e colhi esta pequena flor de miosótis, que desde então trago junto ao coração.

Amanhã morrerei, mas a morte não me assusta.

Depois de algumas palavras de consolo, Napoleão retirou-se profundamente comovido.

No dia seguinte, Pedro foi conduzido ao local da execução.

Quando o pelotão já se preparava para disparar, o Imperador chegou a cavalo, concedeu-lhe o perdão, poupou-lhe a vida e promoveu Pedro Pitois ao posto de oficial.

E vós, amais a vossa Mãe do Céu?

Respondereis certamente como São Estanislau:

— Como não hei de amá-la, se ela é minha Mãe?

E Ela vos responde:

— Cumpri o vosso dever, e eu vos alcançarei a perseverança e a graça final.

30 de julho de 2026

DER ROSENKRANZ IN GEFAHREN

Vor vielen Jahren ereignete sich in der Stadt Cartago in der Republik Costa Rica ein Erdbeben von solcher Heftigkeit, dass die Stadt fast vollständig zerstört wurde.

Die von den Jesuiten in New York herausgegebene Zeitschrift „America“ schilderte die Einzelheiten dieser furchtbaren Katastrophe und lenkte die Aufmerksamkeit ihrer Leser auf folgendes Ereignis:

Don Ezequiel Gutiérrez, der einst Präsident der Republik gewesen war, befand sich während des Erdbebens mit seiner ganzen Familie im Haus und betete gerade den Heiligen Rosenkranz.

Einige wollten das Gebet unterbrechen und auf die Straße fliehen. Doch das Familienoberhaupt bestand darauf, dass alle bis zum Ende des Rosenkranzes blieben.

Erst nachdem das Gebet beendet war, gingen sie hinaus.

Wie groß war ihr Erstaunen, als sie sahen, dass die Häuser ringsum in Trümmern lagen!

In der gesamten Umgebung war kein einziges Gebäude unversehrt geblieben. Die Verwüstung war vollkommen.

Nur das Haus des ehemaligen Präsidenten hatte keinerlei Schaden erlitten, nicht einmal den geringsten.

Offensichtlich hatte Unsere Liebe Frau dieses Haus unter ihren besonderen Schutz gestellt, weil dort ihr Heiliger Rosenkranz treu gebetet wurde.

29 de julho de 2026

LE ROSAIRE DANS LES DANGERS

Il y a bien des années, la ville de Cartago, en République du Costa Rica, fut frappée par un tremblement de terre si violent qu'il la détruisit presque entièrement.

La revue « America », publiée par les Jésuites de New York, en racontant les détails de cette terrible catastrophe, attira l'attention de ses lecteurs sur le fait suivant :

Don Ezequiel Gutiérrez, ancien président de la République, se trouvait chez lui au moment du séisme, récitant le Saint Rosaire avec toute sa famille.

Quelques personnes voulurent interrompre la prière et s'enfuir dans la rue, mais le chef de famille insista pour que tous restent jusqu'à la fin du Rosaire.

La prière terminée, ils sortirent.

Quelle ne fut pas leur stupeur en découvrant les maisons réduites en ruines !

Dans tout le voisinage, aucun bâtiment n'était resté intact. La désolation était totale.

Seule la maison de l'ancien président n'avait subi aucun dommage, pas même la moindre secousse.

Il était évident que Notre-Dame l'avait prise sous sa protection particulière, car c'était une maison où l'on récitait fidèlement son Saint Rosaire.

28 de julho de 2026

IL ROSARIO NEI PERICOLI

Molti anni fa, nella città di Cartago, nella Repubblica della Costa Rica, si verificò un terremoto così violento da distruggere quasi completamente la città.

La rivista "America", pubblicata dai Gesuiti di New York, raccontando i particolari della terribile catastrofe, richiamò l'attenzione dei lettori sul seguente episodio:

Don Ezequiel Gutiérrez, già Presidente della Repubblica, si trovava nella propria casa quando scoppiò il terremoto, recitando il Santo Rosario insieme a tutta la sua famiglia.

Alcuni vollero interrompere la preghiera e fuggire in strada, ma il capo della famiglia insistette affinché tutti rimanessero fino al termine del Rosario.

Terminata la preghiera, uscirono all'aperto.

Con loro grande stupore, videro che le case erano ridotte in macerie.

In tutto il quartiere non era rimasto in piedi un solo edificio intatto. La distruzione era completa.

Soltanto la casa dell'ex Presidente non aveva subito alcun danno, nemmeno il più piccolo.

Era evidente che la Madonna l'aveva posta sotto la sua speciale protezione, perché in quella casa si recitava fedelmente il Santo Rosario.

27 de julho de 2026

EL ROSARIO EN LOS PELIGROS

Hace ya muchos años ocurrió en la ciudad de Cartago, en la República de Costa Rica, un terremoto tan violento que destruyó casi por completo la ciudad.

La revista "América", publicada por los Jesuitas de Nueva York, al narrar los detalles de aquella espantosa catástrofe, llamó la atención de sus lectores sobre el siguiente hecho:

Don Ezequiel Gutiérrez, que había sido presidente de la República, se encontraba en su casa cuando ocurrió el terremoto, rezando el Santo Rosario junto con toda su familia.

Algunas personas quisieron interrumpir la oración y salir corriendo a la calle, pero el jefe de la familia insistió en que todos permanecieran hasta terminar el Rosario.

Terminada la oración, salieron a la calle.

¡Cuál no fue el asombro de todos al ver las casas convertidas en ruinas!

En todo el vecindario no había quedado un solo edificio intacto. La devastación era total.

Solo la casa del expresidente no había sufrido daño alguno, ni siquiera el menor desperfecto.

Era evidente que Nuestra Señora la había tomado bajo su especial protección, porque allí se rezaba fielmente su Santo Rosario.

26 de julho de 2026

THE ROSARY IN TIMES OF DANGER

Many years ago, the city of Cartago, in the Republic of Costa Rica, was struck by an earthquake so violent that it almost completely destroyed the city.

The magazine "America," published by the Jesuits of New York, while describing the details of this terrible catastrophe, drew its readers' attention to the following incident:

Don Ezequiel Gutiérrez, who had served as President of the Republic, was at home when the earthquake struck, praying the Rosary together with his entire family.

Some people wanted to interrupt the prayer and flee into the streets, but the head of the household insisted that everyone remain until the Rosary had been completed.

When the prayer ended, they went outside.

To their astonishment, they found the surrounding houses reduced to ruins.

Throughout the entire neighborhood, not a single building remained intact. The devastation was complete.

Only the former president's house had suffered no damage whatsoever—not even the slightest tremor.

It was evident that Our Lady had placed it under her special protection, for within that home her Holy Rosary was faithfully prayed.

25 de julho de 2026

O ROSÁRIO NOS PERIGOS

Há bastante tempo, ocorreu na cidade de Cartago, na República da Costa Rica, um terremoto tão violento que destruiu quase completamente a cidade.

A revista "América", publicada pelos Jesuítas de Nova York, ao narrar os detalhes da terrível catástrofe, chamou a atenção de seus leitores para o seguinte fato:

Dom Ezequiel Gutiérrez, que havia sido presidente daquela República, encontrava-se em sua casa, no momento do terremoto, rezando o Rosário juntamente com toda a sua família.

Algumas pessoas quiseram interromper a oração e fugir para a rua, mas o chefe da família insistiu para que todos permanecessem até o término do Rosário.

Terminada a oração, saíram para a rua.

Qual não foi o espanto de todos ao verem as casas reduzidas a ruínas!

Em toda a vizinhança não havia um único edifício que permanecesse intacto. A devastação era completa.

Somente a casa do ex-presidente não sofrera dano algum, nem sequer um abalo.

Evidentemente, Nossa Senhora a havia tomado sob sua especial proteção, porque ali se rezava diariamente o seu Santo Rosário.

24 de julho de 2026

NUESTRA SEÑORA Y EL FAMOSO CAZADOR

Una mañana, poco antes del almuerzo, descendió del tren en Lourdes un acaudalado caballero, completamente indiferente a la religión, que apenas se había decidido a acompañar a su esposa y a su hija al santuario. No pensaba permanecer allí más que el tiempo que mediaba entre dos trenes; era todo lo que su esposa y su hija habían conseguido obtener de él.

Apenas llegaron, las dos corrieron a la Gruta para rezar por el jefe de la familia, que tanto las hacía sufrir con su irreligiosidad.

Él, en cambio, más preocupado por el estómago que por el alma, fue a buscar el mejor hotel y, llamando al camarero, le dijo:

— Mientras espero a mi esposa y a mi hija, prepárenos un buen almuerzo para los tres.

— ¿Desea el señor un almuerzo de viernes?

— ¿Cómo? ¿De viernes?

— Es que hoy es día de abstinencia y casi todo el mundo la observa, al menos aquí.

— ¿Y qué me importa el día? —respondió el librepensador—. ¡El almuerzo tiene que ser abundante! Además, soy cazador; quiero carne, ¿me ha oído?

El camarero se inclinó respetuosamente y dio orden al cocinero de preparar bistec, pollo y otros platos de carne.

Encendiendo un buen cigarro, el hombre pensaba para sí:

— No podrán decir que no vi la famosa Gruta... Iré a verla.

Llegó mucho antes de que las dos señoras hubieran terminado sus visitas a la Gruta, a la Basílica y a la Cripta, donde, en todas partes, rezaban y suplicaban por la conversión de aquel querido rebelde.

Cuando regresaron nuevamente a la Gruta, ¡qué sorpresa!

Allí estaba el hombre, arrodillado, llorando y rezando con todo fervor.

¿Era realmente él?

Casi no podían creerlo.

Sí, era él mismo.

No se atrevían a hablarle, pero apenas las vio exclamó:

— Sí, soy yo. Rezo y lloro. Solo sé que vine aquí sin pensar en nada; pero, al encontrarme delante de esta imagen, una emoción indescriptible se apoderó de mí. Caí de rodillas y, al ver a un sacerdote, le pregunté si podía confesarme. Detrás del pequeño altar de la Gruta hice mi confesión. ¡Oh, qué feliz soy! Nos quedaremos aquí hoy y mañana comulgaremos.

No fue el único que derramó lágrimas. Los tres lloraban y daban gracias a Nuestra Señora.

Al llegar al hotel y ver el comedor lleno de gente, exclamó:

— Señoras y señores, yo soy el famoso cazador N. N. Cuando llegué aquí todavía era un impío; ahora tienen delante de ustedes a un hombre que acaba de confesarse y que mañana recibirá la Sagrada Comunión.

— ¡Camarero, sírvanos un almuerzo de viernes!

¡Qué sorpresa para todos los presentes!

Desde aquel viernes, el señor N. N. fue un cristiano fervoroso.

23 de julho de 2026

UNSERE LIEBE FRAU UND DER BERÜHMTE JÄGER

Eines Morgens, kurz vor dem Mittagessen, stieg in Lourdes ein wohlhabender Herr aus dem Zug. Er stand der Religion völlig gleichgültig gegenüber und hatte sich nur widerwillig bereit erklärt, seine Frau und seine Tochter zum Wallfahrtsort zu begleiten. Er wollte dort nicht länger bleiben als die Zeit zwischen zwei Zugverbindungen; mehr hatten seine Frau und seine Tochter ihm nicht abringen können.

Kaum angekommen, eilten die beiden Frauen zur Grotte, um für das Familienoberhaupt zu beten, dessen Gottlosigkeit ihnen so großen Kummer bereitete.

Er hingegen, mehr um seinen Magen als um seine Seele besorgt, suchte das beste Hotel auf und sagte zum Kellner:

— Während ich auf meine Frau und meine Tochter warte, bereiten Sie uns dreien ein gutes Mittagessen.

— Wünscht der Herr ein Freitagsmahl?

— Ein Freitagsmahl? Was soll das heißen?

— Heute ist Abstinenztag, und fast alle halten sich hier daran.

— Was kümmert mich der Wochentag? antwortete der Freigeist. Das Mittagessen muss kräftig sein! Außerdem bin ich Jäger; ich will Fleisch, haben Sie verstanden?

Der Kellner verbeugte sich höflich und gab dem Koch Anweisung, Steak, Hähnchen und andere Fleischgerichte zuzubereiten.

Während er sich eine gute Zigarre anzündete, dachte der Mann bei sich:

— Man soll später nicht sagen können, ich hätte die berühmte Grotte nicht gesehen... Ich werde sie mir einmal ansehen.

Er kam dort an, lange bevor die beiden Damen ihre Besuche in der Grotte, der Basilika und der Krypta beendet hatten, wo sie überall inständig für die Bekehrung ihres geliebten, aber widerspenstigen Familienvaters beteten.

Als sie zur Grotte zurückkehrten, bot sich ihnen ein überraschender Anblick.

Der Mann kniete dort, weinte und betete mit großer Andacht.

War das wirklich er?

Sie konnten es kaum glauben.

Ja, er war es tatsächlich.

Sie wagten kaum, ihn anzusprechen. Doch sobald er sie sah, rief er:

— Ja, ich bin es. Ich bete und ich weine. Ich weiß nur, dass ich ohne jeden Gedanken hierhergekommen bin. Doch als ich vor diesem Bild stand, ergriff mich eine unbeschreibliche Ergriffenheit. Ich fiel auf die Knie, sah einen Priester und fragte ihn, ob ich beichten dürfe. Hinter dem kleinen Altar der Grotte habe ich meine Beichte abgelegt. Ach, wie glücklich ich bin! Wir bleiben heute hier, und morgen werden wir die Heilige Kommunion empfangen.

Er war nicht der Einzige, der Tränen vergoss. Alle drei weinten und dankten der Gottesmutter.

Als er ins Hotel zurückkehrte und den Speisesaal voller Menschen sah, rief er:

— Meine Damen und Herren, ich bin der berühmte Jäger N. N. Als ich hier ankam, war ich noch ein Gottloser. Jetzt sehen Sie vor sich einen Mann, der gerade gebeichtet hat und morgen die Heilige Kommunion empfangen wird.

— Herr Ober, bringen Sie uns ein Freitagsmahl!

Welche Überraschung für alle Anwesenden!

Von jenem Freitag an wurde Herr N. N. zu einem gläubigen und eifrigen Christen.

22 de julho de 2026

NOTRE-DAME ET LE CÉLÈBRE CHASSEUR

Un matin, peu avant le déjeuner, un riche monsieur descendit du train à Lourdes. Il était complètement indifférent à la religion et ne s'était décidé à accompagner son épouse et sa fille au sanctuaire qu'à contrecœur. Il n'avait pas l'intention d'y rester plus longtemps que l'intervalle entre deux trains; c'était tout ce que son épouse et sa fille avaient réussi à obtenir de lui.

À peine arrivées, toutes deux coururent à la Grotte afin de prier pour le chef de famille, dont l'irréligion leur causait tant de peine.

Lui, au contraire, plus préoccupé de son estomac que de son âme, chercha le meilleur hôtel et, appelant le serveur, lui dit :

— Pendant que j'attends ma femme et ma fille, préparez-nous un bon déjeuner pour nous trois.

— Monsieur désire-t-il un repas de vendredi ?

— Comment ? Un repas de vendredi ?

— Aujourd'hui est un jour d'abstinence et presque tout le monde l'observe, du moins ici.

— Que m'importe le jour ? répondit le libre penseur. Il faut un déjeuner copieux. D'ailleurs je suis chasseur; je veux de la viande, vous m'entendez ?

Le serveur s'inclina respectueusement et donna l'ordre au cuisinier de préparer du bifteck, du poulet et d'autres viandes.

En allumant un bon cigare, il se disait à lui-même :

— On ne pourra pas dire que je n'ai pas vu la célèbre Grotte... Allons y jeter un coup d'œil.

Il y arriva bien avant que les deux dames n'aient terminé leur visite de la Grotte, de la Basilique et de la Crypte, priant partout avec ferveur pour la conversion de leur cher rebelle.

Lorsqu'elles revinrent à la Grotte, quelle surprise !

L'homme était là, à genoux, pleurant et priant avec une profonde ferveur.

Était-ce bien lui ?

Elles avaient peine à le croire.

Oui, c'était bien lui.

Elles n'osaient pas lui adresser la parole, mais dès qu'il les aperçut, il s'écria :

— Oui, c'est bien moi. Je prie et je pleure. Je sais seulement que je suis venu ici sans penser à rien; mais lorsque je me suis trouvé devant cette image, une émotion indescriptible s'est emparée de moi. Je suis tombé à genoux et, voyant un prêtre, je lui ai demandé si je pouvais me confesser. Derrière le petit autel de la Grotte, j'ai fait ma confession. Oh ! que je suis heureux ! Nous resterons ici aujourd'hui, et demain nous recevrons la Sainte Communion.

Il ne fut pas le seul à verser des larmes. Tous les trois pleuraient et rendaient grâce à Notre-Dame.

En arrivant à l'hôtel et voyant la salle pleine de monde, il s'écria :

— Mesdames et Messieurs, je suis le célèbre chasseur N. N. Lorsque je suis arrivé ici, j'étais encore un impie; maintenant vous voyez devant vous un homme qui vient de se confesser et qui recevra demain la Sainte Communion.

— Garçon, servez-nous un repas de vendredi !

Quelle surprise pour toute l'assemblée !

À partir de ce vendredi-là, Monsieur N. N. fut un chrétien fervent.

21 de julho de 2026

LA MADONNA E IL FAMOSO CACCIATORE

Una mattina, poco prima di pranzo, scese dal treno a Lourdes un ricco signore, completamente indifferente alla religione, che si era deciso ad accompagnare la moglie e la figlia al santuario solo dopo molte insistenze. Non aveva alcuna intenzione di fermarsi più del tempo che intercorreva tra due treni; era tutto ciò che la moglie e la figlia erano riuscite a ottenere da lui.

Appena arrivate, le due donne corsero alla Grotta per pregare per il capo della famiglia, che le faceva tanto soffrire con la sua irreligiosità.

Egli, invece, più preoccupato dello stomaco che dell'anima, si recò nel miglior albergo e, chiamando il cameriere, disse:

— Mentre aspetto mia moglie e mia figlia, prepari un buon pranzo per noi tre.

— Il signore desidera un pranzo di venerdì?

— Come? Di venerdì?

— Oggi è giorno di astinenza e quasi tutti la osservano, almeno qui.

— Che m'importa del giorno? — rispose il libero pensatore. — Il pranzo dev'essere abbondante! Inoltre sono un cacciatore: voglio della carne, è chiaro?

Il cameriere si inchinò rispettosamente e ordinò al cuoco di preparare bistecca, pollo e altre pietanze di carne.

Accendendosi un buon sigaro, l'uomo pensava tra sé:

— Non potranno dire che non ho visto la famosa Grotta... Andrò a dare un'occhiata.

Giunse alla Grotta molto prima che le due signore avessero terminato la visita alla Grotta, alla Basilica e alla Cripta, dove ovunque pregavano e supplicavano per la conversione del loro caro ribelle.

Quando tornarono di nuovo alla Grotta, che sorpresa!

L'uomo era là, inginocchiato, in lacrime, immerso nella preghiera con grande fervore.

Era proprio lui?

Stentavano a crederci.

Sì, era davvero lui.

Non osavano parlargli, ma appena le vide esclamò:

— Sì, sono io. Prego e piango. So soltanto che sono venuto qui senza alcun pensiero; ma appena mi sono trovato davanti a questa immagine, un'emozione indescrivibile si è impossessata di me. Sono caduto in ginocchio e, vedendo un sacerdote, gli ho chiesto se potevo confessarmi. Dietro il piccolo altare della Grotta ho fatto la mia confessione. Oh, quanto sono felice! Resteremo qui oggi e domani faremo la Santa Comunione.

Non fu il solo a versare lacrime. Tutti e tre piangevano e rendevano grazie alla Madonna.

Giunto all'albergo e vedendo la sala da pranzo piena di persone, esclamò:

— Signori, io sono il famoso cacciatore N. N. Quando sono arrivato qui ero ancora un empio; ora avete davanti a voi un uomo che si è appena confessato e che domani riceverà la Santa Comunione.

— Cameriere, ci porti un pranzo di venerdì!

Che sorpresa per tutti i presenti!

Da quel venerdì il signor N. N. divenne un fervente cristiano.

20 de julho de 2026

OUR LADY AND THE FAMOUS HUNTER

One morning, shortly before lunch, a wealthy gentleman stepped off the train at Lourdes. He was completely indifferent to religion and had only reluctantly agreed to accompany his wife and daughter to the shrine. He intended to remain there no longer than the time between two trains; that was all his wife and daughter had managed to obtain from him.

As soon as they arrived, the two women hurried to the Grotto to pray for the head of the family, whose irreligion caused them such sorrow.

Meanwhile, he, being more concerned with his stomach than with his soul, went in search of the best hotel and, calling the waiter, said:

— While I wait for my wife and daughter, prepare a good lunch for the three of us.

— Would you like a Friday meal, sir?

— A Friday meal? What do you mean?

— Today is a day of abstinence, sir, and almost everyone observes it here.

— What do I care what day it is? replied the freethinker. The lunch must be substantial. Besides, I'm a hunter—I want meat, do you understand?

The waiter bowed respectfully and instructed the cook to prepare steak, chicken, and other meats.

Lighting a fine cigar, the man thought to himself:

— They won't be able to say I didn't see the famous Grotto... I'll go have a look.

He arrived long before the two ladies had finished visiting the Grotto, the Basilica, and the Crypt, praying everywhere for their beloved but rebellious husband and father.

When they returned to the Grotto, what a surprise!

There he was, kneeling, weeping, and praying with great fervor.

Could it really be him?

They could scarcely believe their eyes.

Yes, it was indeed.

They hardly dared speak to him, but as soon as he saw them he exclaimed:

— Yes, it is I. I am praying and weeping. I only know that I came here thinking of nothing at all. But when I found myself before this image, an indescribable emotion overwhelmed me. I fell to my knees, and when I saw a priest I asked whether I might make my confession. Behind the little altar in the Grotto I confessed my sins. Oh, how happy I am! We shall stay here today, and tomorrow we shall receive Holy Communion.

He was not the only one in tears. All three wept and gave thanks to Our Lady.

Upon arriving at the hotel and seeing the dining room filled with people, he exclaimed:

— Ladies and gentlemen, I am the famous hunter N. N. When I arrived here, I was still an unbeliever. Now you see before you a man who has just gone to confession and who will receive Holy Communion tomorrow.

— Waiter, bring us a Friday meal!

What astonishment among everyone present!

From that Friday onward, Mr. N. N. became a fervent Christian.

19 de julho de 2026

NOSSA SENHORA E O FAMOSO CAÇADOR

Certa manhã, pouco antes do almoço, desembarcou do trem em Lourdes um senhor de posses, completamente indiferente à religião, que apenas havia concordado em acompanhar a esposa e a filha ao santuário. Não pretendia permanecer ali mais do que o intervalo entre dois trens; foi tudo o que a esposa e a filha conseguiram obter dele.

Assim que chegaram, as duas correram para a gruta a fim de rezar pelo chefe da família, que tanto as fazia sofrer por sua irreligiosidade.

Ele, porém, mais preocupado com o estômago do que com a alma, foi procurar o melhor hotel e, chamando o garçom, disse:

— Enquanto espero minha esposa e minha filha, prepare um bom almoço para nós três.

— O senhor deseja uma refeição de sexta-feira?

— Como assim? Refeição de sexta-feira?

— É que hoje é dia de abstinência, e quase todos a observam, pelo menos aqui.

— Que me importa o dia? — respondeu o livre-pensador. — Ora essa! O almoço precisa ser reforçado. Além disso, sou caçador; quero carne, ouviu?

O garçom inclinou-se respeitosamente e deu ordem ao cozinheiro para preparar bife, frango e outras carnes.

Acendendo um bom charuto, o homem pensava consigo mesmo:

— Não poderão dizer que não visitei a famosa gruta... Vou até lá.

Chegou muito antes de as duas senhoras terminarem suas visitas à gruta, à basílica e à cripta, onde, por toda parte, rezavam e suplicavam pela conversão daquele querido rebelde.

Quando elas voltaram novamente à gruta, que surpresa!

Lá estava o homem, ajoelhado, chorando e rezando com todo o fervor.

Seria ele mesmo?

Mal podiam acreditar.

Sim, era ele.

Não ousavam dirigir-lhe a palavra, mas, assim que as viu, exclamou:

— Sim, sou eu. Rezo e choro. Só sei que vim até aqui sem pensar em nada; mas, ao encontrar-me diante desta imagem, uma emoção indescritível tomou conta de mim. Caí de joelhos e, ao ver um padre, perguntei-lhe se poderia confessar-me. Atrás do pequeno altar da gruta fiz minha confissão. Ah! Como sou feliz! Ficaremos aqui hoje e amanhã comungaremos.

Ele não foi o único a derramar lágrimas. Os três choravam e agradeciam a Nossa Senhora.

Ao chegar ao hotel e ver o salão repleto de pessoas, exclamou:

— Senhores, eu sou o famoso caçador N. N. Quando cheguei aqui, ainda era um ímpio; agora tendes diante de vós um homem que acaba de confessar-se e que amanhã receberá a Sagrada Comunhão.

— Garçom, sirva-nos um almoço de sexta-feira!

Que surpresa para todos os presentes!

Desde aquela sexta-feira, o Sr. N. N. tornou-se um cristão fervoroso.

18 de julho de 2026

VON UNSERER LIEBEN FRAU GERETTET

Ein junger französischer Seminarist gab auf Anraten eines Verwandten seine Berufung auf. Seine Eltern und seine Lehrer taten alles, um ihm die Augen zu öffnen und ihn zurückzuhalten. Doch er blieb eigensinnig und ging in die Hauptstadt, wo er eine ausgezeichnete Stellung erhielt und ein gutes Einkommen verdiente.

Unglücklicherweise führten ihn seine schlechten Freunde zu einem Leben voller Laster. Von seinen religiösen Übungen bewahrte er nur noch das Gebet „Gedenke“ (Memorare), das er jeden Abend zu Ehren der allerseligsten Jungfrau Maria verrichtete.

Nach einigen Jahren verlor er seine Stellung und geriet in tiefste Armut. Da er nicht mehr auf die Hilfe der Religion vertraute, überließ er sich der Verzweiflung und beschloss, seinem Leben ein Ende zu setzen.

Er war bereits auf dem Weg zum Fluss, um sich zu ertränken, als er durch eine besondere Eingebung zuerst noch sein „Gedenke“ zur Gottesmutter beten wollte.

Er kniete nieder und betete.

Als er sich wieder erhob, ergriff ihn ein seltsames Entsetzen. Es schien ihm, als sehe er vor seinen Augen einen geöffneten Abgrund voller verzehrenden Feuers. In seinem vom Gewissen erschütterten Geist erwachten die Erinnerungen an seine Kindheit.

Er erkannte, dass ihn nur noch ein einziger Schritt von der Hölle trennte.

Von Schrecken erfüllt, floh er durch die Straßen von Paris, ohne zu wissen, wohin er ging.

Zufällig?

Nein.

Unsere Liebe Frau führte seine Schritte zu einer Kirche, die er betrat, als würde er von einer unsichtbaren Kraft dorthin gezogen.

Eine große Schar von Gläubigen betete schweigend vor einem mit Lichtern und Blumen geschmückten Marienbild.

Nach und nach begann in dem Unglücklichen wieder Vertrauen aufzukeimen.

Er sah einen Priester in den Beichtstuhl gehen und kniete vor ihm nieder.

Es war der Ehrwürdige Pater Desgenettes, Pfarrer der Kirche Unserer Lieben Frau vom Siege.

Der junge Mann hatte jedoch nicht die Absicht zu beichten. Er wollte lediglich sein Herz ausschütten und die Geschichte seines Lebens und seiner Verirrungen erzählen.

Der Priester empfing ihn mit der Güte und Sanftmut einer Mutter. Als er seinen Bericht beendet hatte, sagte er:

— Mein Sohn, ich möchte deine Geschichte vervollständigen. Vor wenigen Monaten predigte ein Bischof in dieser Kirche und empfahl den Gläubigen das Gebet für einen jungen Mann, den er sehr liebte und der irgendwo in dieser Hauptstadt verloren umherirrte.

Der Sünder verbarg unter Tränen und Schluchzen sein Gesicht in den Händen.

Der Pfarrer hörte seine Beichte, bereitete ihn auf eine innige Heilige Kommunion vor und gab ihm den Frieden der Seele zurück.

Der junge Mann machte anschließend die Ärgernisse wieder gut, die er verursacht hatte, indem er seine Eltern, seine früheren Lehrer und den gütigen Prälaten um Verzeihung bat.

Schließlich trat er in einen Ordensstand ein, wo er ein Leben strenger Buße und großer Heiligkeit führte.

17 de julho de 2026

SAUVÉ PAR NOTRE-DAME

Un jeune séminariste français, poussé par un parent, abandonna sa vocation. Ses parents et ses maîtres firent tout leur possible pour lui ouvrir les yeux et le retenir. Mais il resta obstiné et partit pour la capitale, où il obtint une excellente situation et gagnait beaucoup d’argent.

Malheureusement, ses mauvaises fréquentations l’entraînèrent dans les vices, et de toutes ses pratiques religieuses il ne conserva que la prière du « Souvenez-vous » (Memorare), qu’il récitait chaque soir en l’honneur de la Très Sainte Vierge Marie.

Après quelques années, il perdit son emploi et tomba dans la plus profonde misère. Comme il ne comptait plus sur le secours de la religion, il se livra au désespoir et décida de mettre fin à ses jours.

Il allait déjà se jeter dans le fleuve pour se noyer lorsque, par une inspiration particulière, il voulut auparavant réciter son « Souvenez-vous » à Notre-Dame.

Il s’agenouilla et pria.

Lorsqu’il se releva, une étrange terreur s’empara de lui. Il lui semblait voir devant ses yeux un abîme ouvert, rempli d’un feu dévorant. Dans son esprit bouleversé par le remords, les souvenirs de son enfance commencèrent à se réveiller.

Il comprit qu’un seul pas le séparait de l’enfer.

Épouvanté, il s’enfuit dans les rues de Paris, sans savoir où il allait.

Par hasard ?

Non.

Notre-Dame guidait ses pas vers une église, dans laquelle il entra comme entraîné par une force invisible.

Une grande foule de fidèles priait en silence devant une image de Marie ornée de lumières et de fleurs.

Peu à peu, le malheureux sentit renaître sa confiance.

Il vit un prêtre entrer dans le confessionnal et alla s’agenouiller à ses pieds.

C’était le Vénérable Père Desgenettes, curé de l’église de Notre-Dame des Victoires.

Cependant, le jeune homme n’avait pas l’intention de se confesser. Il voulait seulement ouvrir son cœur, se soulager et raconter l’histoire de sa vie et de ses égarements.

Le prêtre l’accueillit avec la bonté et la douceur d’une mère. Lorsqu’il eut terminé son récit, il lui dit :

— Mon fils, je veux compléter ton histoire. Il y a quelques mois, un évêque prêchait dans cette église et recommanda aux prières des fidèles un jeune homme qu’il aimait beaucoup et qui était perdu quelque part dans cette capitale.

Le pécheur, entre larmes et sanglots, cacha son visage entre ses mains.

Le curé entendit sa confession, le prépara à recevoir une fervente Sainte Communion et lui rendit la paix de l’âme.

Le jeune homme répara ensuite les scandales qu’il avait causés, en demandant pardon à ses parents, à ses anciens maîtres et au bon prélat.

Enfin, il entra dans un Ordre religieux, où il vécut dans une vie de pénitences austères et de sainteté.

16 de julho de 2026

SALVATO DALLA MADONNA

Un giovane seminarista francese, istigato da un parente, abbandonò la sua vocazione. I suoi genitori e i suoi maestri fecero tutto il possibile per aprirgli gli occhi e trattenerlo. Egli però rimase ostinato e partì per la capitale, dove riuscì a trovare un ottimo impiego e guadagnava un buon stipendio.

Purtroppo, le cattive compagnie lo trascinarono nei vizi e, delle sue pratiche religiose, conservò soltanto il “Ricordati” (Memorare), che recitava ogni sera in onore della Santissima Vergine Maria.

Dopo alcuni anni perse il lavoro e cadde nella più profonda miseria. Non contando più sull’aiuto della religione, si abbandonò alla disperazione e decise di porre fine alla propria vita.

Stava già per gettarsi nel fiume per annegare, quando, per una singolare ispirazione, volle prima recitare il suo “Ricordati” alla Madonna.

Si inginocchiò e pregò.

Quando si rialzò, un terrore misterioso si impadronì di lui. Gli sembrava di vedere davanti ai suoi occhi un abisso aperto, pieno di fuoco divorante. Nella sua mente sconvolta dal rimorso cominciarono a risvegliarsi i ricordi della sua infanzia.

Comprese che un solo passo lo separava dall’inferno.

Fuggì spaventato per le strade di Parigi, senza sapere dove andasse.

Per caso?

No.

La Madonna guidava i suoi passi verso una chiesa, nella quale entrò come trascinato da una forza invisibile.

Una grande folla di fedeli pregava in silenzio davanti a un’immagine di Maria ornata di luci e fiori.

Poco a poco, quel povero peccatore sentì rinascere nel suo cuore la fiducia.

Vide un sacerdote entrare nel confessionale e andò a inginocchiarsi ai suoi piedi.

Era il Venerabile Padre Desgenettes, parroco della chiesa di Nostra Signora delle Vittorie.

Tuttavia, il giovane non aveva intenzione di confessarsi; voleva soltanto sfogare il proprio cuore e raccontare la storia della sua vita e dei suoi errori.

Il sacerdote lo accolse con la bontà e la dolcezza di una madre. Quando ebbe terminato il suo racconto, gli disse:

— Figlio mio, voglio completare la tua storia. Pochi mesi fa, un vescovo predicò in questa chiesa e raccomandò alle preghiere dei fedeli un giovane al quale voleva molto bene e che si era perduto in qualche luogo di questa capitale.

Il peccatore, tra lacrime e singhiozzi, nascose il volto tra le mani.

Il parroco ascoltò la sua confessione, lo preparò a una fervorosa Santa Comunione e gli restituì la pace dell’anima.

Il giovane riparò quindi gli scandali che aveva provocato, chiedendo perdono ai suoi genitori, ai suoi antichi maestri e al buon prelato.

Infine, entrò in un Ordine religioso, dove visse praticando austere penitenze e conducendo una vita santa.

15 de julho de 2026

SALVADO POR NUESTRA SEÑORA

Un joven seminarista francés, por instigación de un pariente, abandonó su vocación. Sus padres y sus maestros hicieron todo lo posible para abrirle los ojos y retenerlo en el camino elegido. Pero él se mantuvo obstinado y partió hacia la capital, donde consiguió un excelente empleo y ganaba un buen salario.

Desgraciadamente, sus malas compañías lo arrastraron hacia los vicios. De sus prácticas religiosas solamente conservó el rezo del “Acordaos” (Memorare), que rezaba todas las noches en honor de la Santísima Virgen María.

Después de algunos años perdió su empleo y cayó en la más profunda miseria. Como ya no contaba con el auxilio de la religión, se entregó a la desesperación y decidió acabar con su vida.

Ya iba a arrojarse al río para ahogarse cuando, por una inspiración especial, quiso antes rezar su “Acordaos” a Nuestra Señora.

Se arrodilló y rezó.

Al levantarse, un extraño terror se apoderó de él. Le parecía ver ante sus ojos un abismo abierto, lleno de un fuego abrasador. En su mente, agitada por el remordimiento, comenzaron a despertar los recuerdos de su infancia.

Comprendió que un solo paso lo separaba del infierno.

Huyó atemorizado por las calles de París, sin saber hacia dónde iba.

¿Al azar?

No.

Nuestra Señora guiaba sus pasos hasta una iglesia, en la que entró como impulsado por una fuerza invisible.

Una gran multitud de fieles rezaba en silencio delante de una imagen de María adornada con luces y flores.

Poco a poco, aquel desgraciado sintió renacer en su corazón la confianza.

Vio a un sacerdote entrar en el confesionario y fue a arrodillarse a sus pies.

Era el Venerable Padre Desgenettes, párroco de la iglesia de Nuestra Señora de las Victorias.

Sin embargo, el joven no tenía intención de confesarse. Solamente quería desahogar su corazón, contar la historia de su vida y de sus extravíos.

El sacerdote lo recibió con la bondad y dulzura de una madre. Cuando terminó su relato, le dijo:

— Hijo mío, quiero completar tu historia. Hace pocos meses un obispo estuvo predicando en esta iglesia y recomendó a las oraciones de los fieles a un joven al que quería mucho y que se encontraba perdido en algún lugar de esta capital.

El pecador, entre lágrimas y sollozos, ocultó el rostro entre sus manos.

El párroco escuchó su confesión, lo preparó para una fervorosa Comunión y le devolvió la paz del alma.

El joven reparó después los escándalos que había causado, pidiendo perdón a sus padres, a sus antiguos maestros y al bondadoso prelado.

Finalmente, ingresó en una Orden religiosa, donde vivió una vida de austeras penitencias y santidad.

14 de julho de 2026

SAVED BY OUR LADY

A young French seminarian, urged by a relative, abandoned his vocation. His parents and teachers did everything possible to open his eyes and persuade him to remain faithful to his calling. He stubbornly refused and went to the capital, where he obtained an excellent position and earned a good income.

Unfortunately, his bad companions led him into a life of vice. Of all his religious practices, he kept only the prayer of the “Remember” (Memorare), which he recited every night in honor of the Blessed Virgin Mary.

After several years, he lost his position and fell into the deepest misery. Since he no longer relied on the help of religion, he gave himself over to despair and decided to end his life.

He was already going to throw himself into the river to drown when, by a special inspiration, he wished first to pray his “Remember” to Our Lady.

He knelt down and prayed.

When he rose, a strange terror suddenly seized him. It seemed to him that he saw an abyss opened before his eyes, filled with consuming fire. In his mind, troubled by remorse, memories of his childhood began to awaken.

He realized that only one step separated him from hell.

Terrified, he fled through the streets of Paris, not knowing where he was going.

By chance?

No.

Our Lady was guiding his steps toward a church, which he entered as if drawn by an invisible force.

A great crowd of faithful were praying silently before an image of Mary adorned with lights and flowers.

Little by little, the unhappy man felt his confidence returning.

He saw a priest entering the confessional and went to kneel at his feet.

It was the Venerable Father Desgenettes, pastor of the church of Our Lady of Victories.

However, the young man had no intention of making his confession. He only wished to open his heart, to unburden himself, and to tell the story of his life and his errors.

The priest received him with the kindness and gentleness of a mother. When he had finished telling his story, the priest said:

— My son, I wish to complete your story. A few months ago, a bishop was preaching in this church and recommended to the prayers of the faithful a young man whom he loved greatly and who was lost somewhere in this capital city.

The sinner, overcome with tears and sobs, hid his face in his hands.

The pastor heard his confession, prepared him for a fervent Holy Communion, and restored peace to his soul.

The young man then repaired the scandals he had caused, asking forgiveness from his parents, his former teachers, and the kind bishop.

Finally, he entered a religious Order, where he lived a life of severe penance and holiness.

13 de julho de 2026

SALVO POR NOSSA SENHORA

Um jovem seminarista francês, instigado por um parente, abandonou sua vocação. Seus pais e seus formadores fizeram de tudo para abrir-lhe os olhos e convencê-lo a permanecer. Contudo, ele permaneceu obstinado e partiu para a capital, onde conseguiu um excelente emprego e passou a ganhar um bom salário.

Infelizmente, as más companhias o arrastaram para uma vida de vícios. De todas as práticas religiosas que aprendera, conservou apenas a oração do "Lembrai-vos" (Memorare), que rezava todas as noites em honra da Santíssima Virgem Maria.

Passados alguns anos, perdeu o emprego e caiu na mais profunda miséria. Como já não contava com o auxílio da religião, entregou-se ao desespero e resolveu pôr fim à própria vida.

Dirigia-se ao rio para lançar-se às águas, quando, por uma inspiração singular, decidiu rezar antes o seu "Lembrai-vos" a Nossa Senhora.

Ajoelhou-se e rezou.

Ao levantar-se, foi tomado por um estranho terror. Parecia-lhe contemplar um abismo aberto diante de si, cheio de fogo devorador. Em sua consciência, profundamente perturbada pelo remorso, começaram a despertar as recordações de sua infância.

Compreendeu, então, que apenas um passo o separava do inferno.

Tomado de pavor, saiu correndo pelas ruas de Paris, sem saber para onde ia.

Ao acaso?

Não.

Nossa Senhora guiava seus passos até uma igreja, na qual entrou como que conduzido por uma força invisível.

Uma grande multidão de fiéis rezava silenciosamente diante de uma imagem de Maria, adornada com flores e luzes.

Pouco a pouco, aquele infeliz sentiu renascer em seu coração a esperança.

Viu um sacerdote entrar no confessionário e foi ajoelhar-se diante dele.

Era o Venerável Padre Desgenettes, pároco da igreja de Nossa Senhora das Vitórias.

Entretanto, o jovem não pretendia confessar-se. Queria apenas abrir o coração, desabafar e contar toda a história de sua vida e de seus desvios.

O sacerdote recebeu-o com a ternura e a bondade de uma mãe. Quando ele terminou o relato, disse-lhe:

— Meu filho, quero completar a sua história. Há poucos meses, um bispo pregou nesta igreja e recomendou às orações dos fiéis um jovem a quem estimava profundamente e que estava perdido em algum lugar desta capital.

Ao ouvir essas palavras, o pecador, entre lágrimas e soluços, cobriu o rosto com as mãos.

O pároco ouviu sua confissão, preparou-o para receber uma fervorosa Sagrada Comunhão e restituiu-lhe a paz da alma.

Mais tarde, o jovem reparou os escândalos que havia causado, pedindo perdão a seus pais, a seus antigos mestres e ao bondoso bispo.

Por fim, ingressou em uma Ordem religiosa, onde viveu uma vida de penitência e santidade.

12 de julho de 2026

DER KÜSTER UND EINE GEHEIMNISVOLLE STIMME

In der kleinen Stadt Ostra Brama in Polen befindet sich eine schöne Kirche, in der seit Jahrhunderten ein ehrwürdiges Bild der Schmerzhaften Muttergottes verehrt wird.

Im März des Jahres 1896 erschien ein Fremder, der Polnisch mit starkem russischem Akzent sprach, beim Küster und brachte zwei große Kerzen mit. Er erklärte, er wünsche, dass sie vor dem wundertätigen Marienbild brennen sollten, bis sie vollständig abgebrannt seien.

„Ich habe ein Gelübde abgelegt“, sagte er. „Diese Kerzen sollen bis morgen nach der Heiligen Messe brennen, ohne zu erlöschen. Ich habe eine sehr wichtige Angelegenheit, über die morgen entschieden wird, und dies ist die einzige Zeit, die mir bleibt, sie der Fürsprache der Gottesmutter anzuvertrauen. Wenn Sie möchten, begleite ich Sie, um die Kerzen in der Kirche aufzustellen.“

„Das tue ich gern“, antwortete der Küster. „Das Problem ist nur, dass ich die Nacht über in der Kirche bleiben muss, wenn Kerzen brennen, weil ich einen Brand befürchte.“

„Das weiß ich“, erwiderte der Fremde, „und für Ihre Mühe gebe ich Ihnen sofort zwei Rubel.“

Die Tochter des Küsters bereitete ihrem Vater das Abendessen und warme Kleidung vor. Der Russe begleitete ihn zur Kirche, gemeinsam zündeten sie die Kerzen an, der Fremde betete einige Minuten und ging dann fort.

Als der Küster allein war, läutete er das Angelus, schloss die Kirchentüren, verrichtete sein Abendgebet, setzte sich auf einen Stuhl in der Sakristei und begann bald einzunicken.

Plötzlich hörte er eine Stimme, die laut rief:

„Lösch die beiden Kerzen! Lösch sie aus!“

Erschrocken sprang er auf, blickte sich nach allen Seiten um, sah jedoch niemanden. Er hielt es für einen Traum und legte sich wieder schlafen.

Kurze Zeit später weckte ihn dieselbe geheimnisvolle Stimme erneut:

„Lösch die Kerzen! Lösch sie aus!“

Da er immer noch niemanden sah, dachte er, es wäre vielleicht besser, die Kerzen zu löschen, um diesen seltsamen Träumen ein Ende zu machen. Doch als er sich an sein Versprechen und an das erhaltene Geld erinnerte, begann er stattdessen den Rosenkranz zu beten. Schließlich übermannte ihn erneut der Schlaf.

Zum dritten Mal wurde er geweckt, diesmal noch eindringlicher:

„Lösch sie! Lösch die Kerzen sofort!“

Nun war er überzeugt, dass diese Stimme vom Himmel kam. Sofort stand er auf, löschte beide Kerzen und fühlte wieder Frieden.

Bei Tagesanbruch läutete er erneut das Angelus, bereitete den Altar für die Heilige Messe vor, und nach und nach trafen die Gläubigen ein, darunter auch seine Tochter.

Nach der Messe fragte sie ihren Vater, warum er die Kerzen gelöscht habe.

Nachdem sie den ganzen Vorfall gehört hatte, beschlossen beide, die Kerzen zu untersuchen, denn ihr ungewöhnlich hohes Gewicht war ihnen aufgefallen.

Mit einem Messer schnitt der Küster vorsichtig das Wachs auf. Im Inneren entdeckte er, dass der Docht durch ein Eisenrohr verlief.

Da sie einen frevelhaften Anschlag vermuteten, legten sie die beiden Kerzen sofort in ein mit Wasser gefülltes Fass und eilten, den Pfarrer und die Polizei zu benachrichtigen.

Dabei stellte sich heraus, dass die beiden Eisenrohre mit Dynamit gefüllt und so vorbereitet waren, dass sie genau während der Heiligen Messe explodieren sollten.

Man kann sich die tiefe Dankbarkeit der Einwohner von Ostra Brama gegenüber der Schmerzhaften Muttergottes gut vorstellen, die sie durch ihre fürsorgliche Fürsprache vor diesem schrecklichen Anschlag bewahrt hatte.

11 de julho de 2026

UN SACRISTAIN ET UNE VOIX MYSTÉRIEUSE

Dans la petite ville d'Ostra Brama, en Pologne, se trouve une belle église où l'on vénère depuis des siècles une pieuse image de Notre-Dame des Douleurs.

Au mois de mars 1896, un étranger, parlant le polonais avec un fort accent russe, se présenta au sacristain en apportant deux gros cierges. Il expliqua qu'il souhaitait les voir brûler devant l'image miraculeuse jusqu'à leur entière consommation.

— J'ai fait un vœu, dit-il. Je désire qu'ils restent allumés jusqu'à demain, après la Sainte Messe, sans s'éteindre. J'ai une affaire très importante qui sera décidée demain, et c'est le seul temps qui me reste pour la recommander à Notre-Dame. Si vous le souhaitez, je vous accompagnerai pour les placer dans l'église.

— Je le ferai volontiers, répondit le sacristain. Mais lorsque des cierges restent allumés dans l'église pendant la nuit, je suis obligé d'y demeurer par crainte d'un incendie.

— Je le sais, répondit l'inconnu. Pour ce service, je vous donnerai immédiatement deux roubles.

La fille du sacristain prépara le souper de son père ainsi que des vêtements chauds. L'étranger l'accompagna à l'église, ils allumèrent les cierges, pria quelques instants, puis s'en alla.

Resté seul, le sacristain sonna l'Angélus, ferma les portes de l'église, récita sa prière du soir, s'assit sur une chaise dans la sacristie et ne tarda pas à s'assoupir.

Soudain, il entendit une voix qui lui criait :

— Éteins les deux cierges ! Éteins-les !

Effrayé, il se leva aussitôt, regarda de tous côtés, mais ne vit personne. Pensant qu'il avait rêvé, il se rendormit.

Peu après, la même voix mystérieuse le réveilla de nouveau :

— Éteins les cierges ! Éteins-les !

Comme il ne voyait toujours personne, il pensa qu'il vaudrait peut-être mieux les éteindre afin de mettre fin à ces étranges rêves. Mais, se souvenant de la promesse qu'il avait faite et de l'argent qu'il avait reçu, il préféra réciter le Saint Rosaire. Finalement, vaincu par le sommeil, il s'endormit une troisième fois.

Cette fois, la voix le réveilla avec encore plus d'insistance :

— Éteins-les ! Éteins-les vite !

Convaincu enfin que cette voix venait du Ciel, il se leva immédiatement, éteignit les deux cierges et retrouva la tranquillité.

À l'aube, il sonna de nouveau l'Angélus, prépara l'autel pour la Sainte Messe, et les fidèles commencèrent à arriver, parmi eux sa propre fille.

Après la Messe, celle-ci demanda à son père pourquoi il avait éteint les cierges.

Après avoir entendu toute l'histoire, ils décidèrent de les examiner, car leur poids extraordinaire leur avait paru suspect.

À l'aide d'un couteau, le sacristain découpa soigneusement la cire. Il découvrit alors que la mèche traversait un tube de fer.

Soupçonnant un attentat sacrilège, ils plongèrent aussitôt les deux cierges dans un tonneau rempli d'eau et coururent prévenir le curé ainsi que la police.

On découvrit alors que les deux tubes étaient remplis de dynamite et préparés pour exploser précisément pendant la Sainte Messe.

On peut aisément imaginer la profonde reconnaissance des habitants d'Ostra Brama envers Notre-Dame, qui, par son intervention providentielle, les avait délivrés de ce terrible attentat.

10 de julho de 2026

UN SACRESTANO E UNA VOCE MISTERIOSA

Nella piccola città di Ostra Brama, in Polonia, sorge una bella chiesa dove, da secoli, è venerata una devota immagine della Madonna Addolorata.

Nel mese di marzo del 1896, uno straniero, che parlava polacco con un marcato accento russo, si presentò al sacrestano portando due grossi ceri. Disse di desiderare che rimanessero accesi davanti alla miracolosa immagine fino a consumarsi completamente.

— Ho fatto un voto — disse —. Voglio che questi ceri restino accesi fino a domani, dopo la Santa Messa, senza spegnersi. Ho un affare molto importante che sarà deciso domani e questo è l'unico tempo che mi resta per raccomandarlo alla Madonna. Se lo desidera, verrò con Lei a collocarli nella chiesa.

— Lo farò molto volentieri — rispose il sacrestano. — Il problema è che, quando si lasciano candele accese durante la notte nella chiesa, devo rimanere qui per timore di un incendio.

— Lo so — rispose lo sconosciuto —, e per questo disturbo Le darò subito due rubli.

La figlia del sacrestano preparò al padre la cena e degli abiti pesanti. Lo straniero lo accompagnò in chiesa, insieme accesero i ceri, pregò per alcuni minuti e poi se ne andò.

Rimasto solo, il sacrestano suonò le campane dell'Ave Maria, chiuse le porte della chiesa, recitò le sue preghiere della sera, si sedette su una sedia nella sacrestia e ben presto cominciò ad appisolarsi.

All'improvviso udì una voce che gli gridava:

— Spegni! Spegni i due ceri!

Spaventato, si alzò immediatamente, guardò tutt'intorno, ma non vide nessuno. Pensando di aver sognato, tornò a dormire.

Poco dopo, la stessa voce misteriosa lo svegliò nuovamente:

— Spegni! Spegni i ceri!

Poiché continuava a non vedere nessuno, pensò che forse fosse meglio spegnere le candele per mettere fine a quei sogni così strani. Tuttavia, ricordandosi della promessa fatta e del denaro ricevuto, si mise invece a recitare il Santo Rosario. Vinto dal sonno, si addormentò di nuovo.

Per la terza volta la voce lo svegliò, questa volta con maggiore forza:

— Spegni! Spegni subito i ceri!

Finalmente convinto che quella voce venisse dal Cielo, si alzò, spense immediatamente i due ceri e ritrovò la tranquillità.

All'alba suonò nuovamente le campane dell'Ave Maria, preparò l'altare per la Santa Messa e cominciarono ad arrivare i fedeli, tra i quali anche sua figlia.

Terminata la celebrazione, la ragazza chiese al padre perché avesse spento i ceri.

Dopo aver ascoltato tutto il racconto, decisero di esaminarli, poiché avevano notato che erano insolitamente pesanti.

Con un coltello il sacrestano iniziò a tagliare con cura la cera. All'interno scoprì che lo stoppino attraversava un tubo di ferro.

Sospettando un attentato sacrilego, immersero immediatamente i due ceri in un barile pieno d'acqua e corsero ad avvertire il parroco e la polizia.

Si scoprì allora che i due tubi erano riempiti di dinamite e predisposti per esplodere proprio durante la Santa Messa.

Si può facilmente immaginare la profonda gratitudine degli abitanti di Ostra Brama verso la Madonna, che, con il suo provvidenziale intervento, li aveva salvati da quel terribile attentato.

9 de julho de 2026

UN SACRISTÁN Y UNA VOZ MISTERIOSA

En la pequeña ciudad de Ostra Brama, en Polonia, hay una hermosa iglesia donde, desde hace siglos, se venera una piadosa imagen de Nuestra Señora de los Dolores.

En el mes de marzo de 1896, un forastero, que hablaba polaco con un marcado acento ruso, se presentó ante el sacristán llevando dos grandes cirios. Le dijo que deseaba que permanecieran encendidos delante de la imagen milagrosa hasta consumirse por completo.

—He hecho una promesa —dijo—. Quiero que estos cirios permanezcan encendidos hasta mañana, después de la Santa Misa, sin apagarse. Tengo un asunto muy importante que se resolverá mañana y éste es el único tiempo que me queda para encomendarlo a Nuestra Señora. Si lo desea, iré con usted a colocarlos en la iglesia.

—Con mucho gusto lo haré —respondió el sacristán—. El problema es que, cuando se dejan luces encendidas en la iglesia durante la noche, debo permanecer allí por temor a un incendio.

—Lo sé —contestó el desconocido—; por ese trabajo le pagaré ahora mismo dos rublos.

La hija del sacristán preparó la cena y ropa de abrigo para su padre. Después, el ruso lo acompañó a la iglesia, encendieron los cirios, rezó durante algunos minutos y luego se marchó.

Cuando quedó solo, el sacristán tocó el toque del Ángelus, cerró las puertas de la iglesia, hizo su oración de la noche, se sentó en una silla de la sacristía y pronto comenzó a dormitar.

De repente oyó una voz que le gritaba:

—¡Apaga los dos cirios! ¡Apágalos!

Sobresaltado, se levantó de inmediato, miró a su alrededor y no vio a nadie. Pensando que había sido un sueño, volvió a dormirse.

Poco después, la misma voz misteriosa volvió a despertarlo:

—¡Apaga los cirios! ¡Apágalos!

Como seguía sin ver a nadie, pensó que quizá sería mejor apagarlos para acabar con aquellos extraños sueños. Pero, recordando la promesa que había hecho y el dinero recibido, comenzó a rezar el Santo Rosario. Vencido por el sueño, volvió a quedarse dormido.

Por tercera vez la voz lo despertó, ahora con mayor fuerza:

—¡Apaga los cirios! ¡Date prisa!

Finalmente convencido de que aquella voz venía del Cielo, apagó inmediatamente los dos cirios y recuperó la tranquilidad.

Al amanecer tocó nuevamente el Ángelus, preparó el altar para la Santa Misa y comenzaron a llegar los fieles, entre ellos su propia hija.

Terminada la celebración, ella preguntó a su padre por qué había apagado los cirios.

Después de escuchar todo lo sucedido, decidieron examinarlos, pues les había llamado la atención el peso extraordinario que tenían.

Con un cuchillo, el sacristán fue cortando cuidadosamente la cera. En el interior descubrió que la mecha atravesaba un tubo de hierro.

Sospechando que se trataba de un atentado sacrílego, colocaron inmediatamente los dos cirios en un barril lleno de agua y fueron apresuradamente a avisar al párroco y a la policía.

Entonces descubrieron que los dos tubos estaban cargados de dinamita y preparados para explotar precisamente durante la Santa Misa.

Puede imaginarse la inmensa gratitud de los habitantes de Ostra Brama hacia Nuestra Señora, que, mediante su providencial intervención, los había librado de aquel terrible atentado.

8 de julho de 2026

A SEXTON AND A MYSTERIOUS VOICE

In the small town of Ostra Brama, Poland, there stands a beautiful church where, for centuries, a revered image of Our Lady of Sorrows has been venerated.

In March 1896, a stranger, speaking Polish with a strong Russian accent, approached the church sexton carrying two large candles. He explained that he wished them to burn before the miraculous image until they were completely consumed.

“I made a vow,” he said. “I want them to remain lit until tomorrow, after Mass, without going out. I have a very important matter that will be decided tomorrow, and this is the only time I have left to entrust it to Our Lady. If you wish, I will go with you to place them in the church.”

“I shall gladly do so,” replied the sexton. “The only difficulty is that whenever candles are left burning overnight in the church, I must remain there because of the danger of fire.”

“I understand,” answered the stranger, “and for your trouble I will pay you two rubles right now.”

The sexton's daughter prepared his supper and warm clothing, and the Russian accompanied him to the church. Together they lit the candles. The stranger prayed for a few minutes and then departed.

Left alone, the sexton rang the evening Angelus bell, locked the church doors, said his night prayers, sat down in a chair in the sacristy, and soon began to doze.

Suddenly he heard a voice crying out:

“Put out the two candles! Put them out!”

Startled, he jumped to his feet and looked all around, but saw no one. Thinking he had been dreaming, he went back to sleep.

A little later the same mysterious voice awakened him again:

“Put out the candles! Put them out!”

Still seeing no one, he thought it might be better simply to extinguish the candles to put an end to these strange dreams. But remembering the promise he had made and the money he had received, he instead began to pray the Rosary. Overcome by sleep, he fell asleep once more.

For the third time the voice awakened him, now even more urgently:

“Put them out! Quickly, put out the candles!”

Finally convinced that the voice came from Heaven, he immediately extinguished the candles and was at peace.

At daybreak he rang the Angelus bell again, prepared the altar for Mass, and the faithful began to arrive, including his daughter.

After Mass she asked her father why he had extinguished the candles.

Once she had heard the whole story, they decided to examine them, for they had noticed that the candles were extraordinarily heavy.

Using a knife, the sexton carefully cut away the wax. Inside he discovered that the wick passed through an iron tube.

Suspecting a sacrilegious plot, they immediately placed both candles into a barrel of water and hurried to notify the parish priest and the local police.

It was then discovered that the two iron tubes had been filled with dynamite and timed to explode precisely during Mass.

One can easily imagine the profound gratitude of the people of Ostra Brama toward Our Lady, who, through her providential intervention, had delivered them from that dreadful attack.

7 de julho de 2026

UM SACRISTÃO E UMA VOZ MISTERIOSA

Na pequena cidade de Ostra Brama, na Polônia, existe uma bela igreja onde, há séculos, é venerada uma devota imagem de Nossa Senhora das Dores.

No mês de março de 1896, um forasteiro, que falava polonês com forte sotaque russo, apresentou-se ao sacristão trazendo dois grandes círios. Disse que desejava que permanecessem acesos diante da milagrosa imagem até se consumirem completamente.

— Fiz uma promessa — explicou. — Quero que permaneçam acesos até amanhã, depois da Missa, sem que se apaguem. Tenho um assunto muito importante que será decidido amanhã e só me resta este tempo para recomendá-lo à proteção de Nossa Senhora. Se desejar, irei com o senhor colocá-los na igreja.

— Farei isso com prazer — respondeu o sacristão. — O problema é que, quando há velas acesas durante a noite, preciso permanecer na igreja por receio de um incêndio.

— Eu sei — respondeu o desconhecido. — Mas pelo seu trabalho darei agora mesmo dois rublos.

A filha do sacristão preparou-lhe a ceia e algumas roupas quentes. Em seguida, o russo acompanhou-o até a igreja, ajudou a acender os círios, rezou durante alguns minutos e retirou-se.

O sacristão, ficando sozinho, tocou o sino das Ave-Marias, fechou as portas da igreja, fez sua oração da noite, sentou-se numa cadeira da sacristia e logo começou a cochilar.

De repente ouviu uma voz que lhe gritava:

— Apague! Apague os dois círios!

Assustado, levantou-se imediatamente, olhou para todos os lados e não viu ninguém. Pensou que tivesse sonhado e voltou a dormir.

Pouco depois, porém, a mesma voz misteriosa tornou a despertá-lo:

— Apague! Apague os círios!

Como continuava sem ver ninguém, pensou que o melhor seria apagar as velas para acabar com aqueles estranhos sonhos. Mas, lembrando-se da promessa feita ao homem e do dinheiro que havia recebido, começou a rezar o rosário. Vencido pelo sono, adormeceu novamente.

Pela terceira vez, a voz o despertou, agora com muito mais força:

— Apague! Apague depressa os círios!

Convencido, enfim, de que aquela voz vinha do Céu, levantou-se imediatamente, apagou os dois círios e voltou a ficar tranquilo.

Ao amanhecer, tocou novamente o sino das Ave-Marias, preparou o altar para a Missa e começaram a chegar os fiéis, entre eles sua própria filha.

Terminada a celebração, ela perguntou ao pai por que havia apagado os círios.

Depois de ouvir toda a história, ambos resolveram examinar as velas, pois lhes parecera estranho o peso excessivo que possuíam.

Com uma faca, o sacristão começou a cortar cuidadosamente a cera. No centro descobriu que o pavio passava por dentro de um tubo de ferro.

Suspeitando de um atentado sacrílego, colocaram imediatamente os dois círios dentro de um barril cheio de água e correram para avisar o pároco e a autoridade policial.

Descobriu-se então que os dois tubos estavam carregados com dinamite e preparados para explodir precisamente durante a Missa.

Pode-se imaginar a imensa gratidão dos habitantes de Ostra Brama para com Nossa Senhora, por tê-los livrado, mediante sua intervenção providencial, daquele terrível atentado.

6 de julho de 2026

GOTT RUFT MICH

Ein Lazaristenmissionar, der gegen Ende des 19. Jahrhunderts in Italien verstarb, hielt Exerzitien für eine Gruppe junger Frauen in Konstantinopel – gerade zu der Zeit, als die Cholera die unglückliche Stadt heimsuchte.

Am Morgen des dritten Tages kam eine der Teilnehmerinnen schon früh zu ihm und sagte:

— Pater, ich möchte heute Morgen beichten und eine gute heilige Kommunion empfangen. Nach der heiligen Messe werde ich Ihnen den Grund dafür sagen.

Sie empfing die heilige Kommunion mit außergewöhnlicher Andacht. Nach ihrem Dankgebet kam sie erneut zum Priester und sprach:

— Pater, ich habe die ganze Nacht wach gelegen. Ich hatte das Gefühl, dass meine Todesstunde gekommen sei und dass meine Seele, vom Leib getrennt, von meinem Schutzengel vor den Richterstuhl des höchsten Richters geführt wurde.

»Es war nicht mehr der so gütige und barmherzige Erlöser, von dem uns die Priester so oft erzählen, sondern ein unerbittlicher Richter.

»Aus allen Teilen der Welt kamen unzählige Seelen herbei. Viele gingen in die Hölle, viele ins Fegefeuer, und nur sehr wenige gelangten unmittelbar in den Himmel.

»Von Furcht erfüllt hob ich meine Augen empor – o welch ein Glück! – da stand meine gute Mutter, die Unbefleckte, und blickte mich mit unendlicher Liebe an.

»Durch diesen Anblick ermutigt, stieg aus tiefstem Herzen derselbe Ruf empor, den ich auf Erden so oft gebetet hatte:

„Gute Mutter, Mutter von der Immerwährenden Hilfe, hilf mir! Rette mich!“

»Ich stand bereits vor dem Gericht Gottes, und mein ewiges Schicksal sollte in einem einzigen Augenblick entschieden werden.

»Plötzlich hörte ich eine melodische Stimme, schöner als jede Stimme auf Erden:

„Mein Sohn, dies ist meine Tochter.“

»Da wandte sich unser Herr seiner glorreichen Mutter zu und sprach mit einer Liebe, die keine menschliche Sprache ausdrücken kann:

„Wenn sie die Deine ist, dann richte Du sie.“

»Und das ganze Gericht bestand darin, dass die Königin aller Heiligen ihre Arme nach mir ausbreitete und ich mich in sie flüchtete.

»Ich war glücklich für alle Ewigkeit!...«

Die junge Frau schwieg.

Ihr Gesicht leuchtete, als sähe sie noch immer jene himmlische Vision.

Der Missionar war weit tiefer bewegt, als er erkennen ließ, und predigte an jenem Morgen über die Notwendigkeit, stets auf den Tod vorbereitet zu sein.

Kaum hatte er seine Predigt beendet, wurde er dringend gerufen.

Eine der jungen Frauen, die an den Exerzitien teilnahmen, war an der Cholera erkrankt.

In dem von der Krankheit gequälten Körper erkannte er sofort dieselbe junge Frau, die ihm von ihrer Vision berichtet hatte.

Sie sagte ruhig zu ihm:

— Pater, ich habe es Ihnen doch gesagt: Gott ruft mich!

Zwei Stunden später entschlief sie mit einem himmlischen Lächeln auf den Lippen. Ihre Seele flog zur ewigen Herrlichkeit, während sie ein letztes Mal ihr Lieblingsstoßgebet wiederholte:

„Meine Mutter, Mutter von der Immerwährenden Hilfe, hilf mir! Rette mich!“

5 de julho de 2026

DIEU M'APPELLE

Un missionnaire lazariste, décédé en Italie à la fin du XIXᵉ siècle, prêchait une retraite spirituelle à un groupe de jeunes filles à Constantinople, précisément au moment où le choléra ravageait cette malheureuse ville.

Le matin du troisième jour, de bonne heure, l'une des retraitantes vint le trouver et lui dit :

— Mon Père, je désire me confesser et faire une bonne communion ce matin. Après la messe, je vous dirai pourquoi.

Elle reçut la Sainte Communion avec une ferveur extraordinaire. Après son action de grâce, elle revint vers le prêtre et lui dit :

— Mon Père, j'ai passé toute la nuit sans dormir. J'ai eu l'impression que l'heure de ma mort était arrivée et que mon âme, séparée de mon corps, était conduite par mon Ange gardien devant le tribunal du Juge suprême.

« Ce n'était plus le Sauveur si bon et si miséricordieux dont les prêtres nous parlent si souvent, mais un Juge inexorable.

« Des âmes innombrables arrivaient de toutes les parties du monde. Beaucoup allaient en enfer, un grand nombre au purgatoire, et bien peu entraient directement au ciel.

« Bouleversée et saisie de crainte, je levai les yeux et — ô bonheur ! — ma bonne Mère, l'Immaculée, était là, me regardant avec une infinie douceur.

« Encouragée par cette vision, un cri jaillit du plus profond de mon cœur, celui que j'avais si souvent répété sur la terre :

"Bonne Mère, Mère du Perpétuel Secours, secourez-moi ! Sauvez-moi !"

« Je me trouvais déjà devant le tribunal de Dieu, et mon sort éternel allait être décidé en un instant.

« Soudain, une voix mélodieuse, plus belle que toute voix humaine, se fit entendre :

"Mon Fils, celle-ci est ma fille."

« Alors Notre-Seigneur se tourna vers sa glorieuse Mère et lui dit avec une tendresse ineffable, qu'aucun langage humain ne saurait exprimer :

"Puisqu'elle est à Vous, jugez-la Vous-même."

« Et tout le jugement consista en ceci : la Reine des Saints m'ouvrit les bras, et je m'y réfugiai.

« J'étais heureuse pour toute l'éternité !... »

La jeune fille se tut.

Son visage rayonnait comme si elle contemplait encore cette vision céleste.

Le missionnaire, beaucoup plus impressionné qu'il ne le laissait paraître, prêcha ce matin-là sur la nécessité d'être toujours prêt à mourir.

À peine avait-il terminé qu'on vint le chercher avec la plus grande urgence.

L'une des jeunes filles qui participaient à la retraite venait d'être frappée par le choléra.

Dans ce corps qui se tordait sous la violence de la maladie, il reconnut aussitôt la jeune fille qui lui avait raconté sa vision.

Elle lui dit paisiblement :

— Mon Père, je vous l'avais bien dit : Dieu m'appelle !

Deux heures plus tard, un sourire céleste sur les lèvres, son âme s'envola vers la gloire éternelle en répétant une dernière fois sa jaculatoire préférée :

« Ma Mère, Mère du Perpétuel Secours, secourez-moi ! Sauvez-moi ! »

4 de julho de 2026

DIO MI CHIAMA

Un missionario lazzarista, morto in Italia alla fine del XIX secolo, stava predicando un ritiro spirituale a un gruppo di giovani a Costantinopoli, proprio nei giorni in cui il colera devastava quella sventurata città.

La mattina del terzo giorno, di buon'ora, una delle giovani partecipanti al ritiro si presentò dal missionario e gli disse:

— Padre, desidero confessarmi e fare una buona Comunione questa mattina. Dopo la Santa Messa Le dirò il motivo.

Ricevette la Santa Comunione con straordinario fervore. Dopo il ringraziamento, tornò dal sacerdote e gli disse:

— Padre, questa notte sono rimasta sveglia. Ho avuto l'impressione che fosse giunta per me l'ora della morte e che la mia anima, separata dal corpo, fosse condotta dal mio Angelo Custode davanti al tribunale del Giudice Supremo.

«Non era più il Salvatore così buono e misericordioso di cui tante volte ci parlano i sacerdoti, ma un Giudice inesorabile.

«Da ogni parte del mondo giungevano innumerevoli anime. Molte andavano all'inferno, molte al purgatorio e pochissime direttamente in cielo.

«Turbata e piena di timore, alzai gli occhi e — oh, quale felicità! — la mia buona Madre, l'Immacolata, era lì a guardarmi con infinita dolcezza.

«Rincuorata da quella visione, dal profondo del mio cuore sgorgò la preghiera che tante volte avevo ripetuto sulla terra:

"Buona Madre, Madre del Perpetuo Soccorso, soccorretemi! Salvami!"

«Mi trovavo già davanti al tribunale di Dio e il mio destino eterno stava per essere deciso.

«All'improvviso udii una voce melodiosa, più bella di qualunque voce terrena:

"Figlio mio, questa è mia figlia."

«Allora Nostro Signore si volse verso la Sua gloriosa Madre e, con una tenerezza ineffabile che nessun linguaggio umano può esprimere, Le disse:

"Poiché è Vostra, giudicatela Voi."

«E tutto il giudizio consistette in questo: la Regina dei Santi aprì le Sue braccia, e io vi trovai rifugio.

«Ero felice per tutta l'eternità!...»

La giovane tacque.

Il suo volto risplendeva come se stesse ancora contemplando quella visione celeste.

Il missionario, molto più colpito di quanto lasciasse trasparire, predicò quella mattina sulla necessità di essere sempre preparati alla morte.

Aveva appena terminato quando fu chiamato con la massima urgenza.

Una delle giovani che partecipavano al ritiro era stata improvvisamente colpita dal colera.

In quel corpo che si contorceva sotto la violenza della malattia riconobbe subito la giovane che gli aveva raccontato la visione.

Ella gli disse serenamente:

— Padre, glielo avevo detto: Dio mi chiama!

Due ore dopo, con un sorriso celestiale sulle labbra, la sua anima volò alla gloria eterna, ripetendo per l'ultima volta la sua giaculatoria preferita:

«Madre mia, Madre del Perpetuo Soccorso, soccorretemi! Salvami!»

3 de julho de 2026

DIOS ME LLAMA

Un misionero lazarista, fallecido en Italia a finales del siglo XIX, predicaba unos ejercicios espirituales a un grupo de jóvenes en Constantinopla, precisamente en los días en que el cólera asolaba aquella desdichada ciudad.

En la mañana del tercer día, muy temprano, una de las jóvenes que participaban en el retiro acudió al misionero y le dijo:

—Padre, deseo confesarme y hacer una buena comunión esta mañana. Después de la Santa Misa le diré el motivo.

Recibió la Sagrada Comunión con extraordinarias muestras de fervor. Después de la acción de gracias volvió junto al sacerdote y le dijo:

—Padre, he pasado toda la noche despierta. He tenido la impresión de que había llegado para mí la hora de la muerte y de que mi alma, separada del cuerpo, era conducida por mi Ángel de la Guarda ante el tribunal del Soberano Juez.

»Ya no era el Salvador tan bueno y misericordioso de quien tantas veces nos hablan los sacerdotes, sino un Juez inexorable.

»Desde todas las partes del mundo iban llegando innumerables almas. Muchas eran enviadas al infierno; bastantes al purgatorio; y muy pocas iban directamente al cielo.

»Llena de temor y sobresalto levanté los ojos y, ¡oh, qué dicha!, mi buena Madre, la Inmaculada, estaba allí mirándome con infinita dulzura.

»Animada por aquella visión, brotó del fondo de mi corazón el grito que tantas veces había repetido en la tierra:

"¡Buena Madre, Madre del Perpetuo Socorro, socórreme! ¡Sálvame!"

»Me encontraba ya a los pies del tribunal de Dios y mi destino eterno iba a decidirse en un instante.

»De repente se oyó una voz melodiosa, como no existe otra en la tierra:

"Hijo mío, ésta es mi hija."

»Entonces Nuestro Señor, volviéndose hacia su gloriosa Madre, le dijo con un cariño inefable, imposible de expresar con palabras humanas:

"Pues si es vuestra, juzgadla Vos."

»Y todo el juicio consistió en que la Reina de los Santos abrió sus brazos para recibirme, y yo me refugié en ellos.

»¡Era feliz por toda la eternidad!...»

La joven guardó silencio.

Su rostro resplandecía como si todavía estuviera contemplando aquella visión celestial.

El misionero, mucho más impresionado de lo que dejaba entrever, predicó aquella mañana sobre la necesidad de estar siempre preparados para la muerte.

Apenas había terminado cuando fueron a buscarlo con la mayor urgencia.

Una de las jóvenes que asistían al retiro acababa de caer gravemente enferma, víctima del cólera.

En aquel cuerpo que se retorcía por la violencia de la enfermedad reconoció inmediatamente a la joven de la visión.

Ella le dijo serenamente:

—Padre, ya se lo decía yo: ¡Dios me llama!

Dos horas más tarde, con una sonrisa celestial en los labios, su alma voló hacia la gloria eterna, repitiendo por última vez su jaculatoria favorita:

«¡Madre mía, Madre del Perpetuo Socorro, socórreme! ¡Sálvame!»

2 de julho de 2026

GOD IS CALLING ME

A Lazarist missionary, who died in Italy at the end of the nineteenth century, was preaching a spiritual retreat to a group of young women in Constantinople at the very time when cholera was devastating that unfortunate city.

Early on the morning of the third day, one of the retreatants came to him and said:

“Father, I wish to make my confession and receive Holy Communion this morning. After Mass I will tell you why.”

She received Holy Communion with remarkable devotion. After her thanksgiving, she returned to the priest and said:

“Father, I spent the whole night awake. I had the impression that the moment of my death had come and that my soul, separated from my body, was being led by my Guardian Angel before the judgment seat of the Sovereign Judge.

“He was no longer the Savior, so good and merciful, of whom the priests so often speak to us, but an inexorable Judge.

“From every part of the world countless souls were arriving. Many were going to hell, many to purgatory, and only a very few went directly to heaven.

“Filled with fear and trembling, I raised my eyes—and oh, what happiness!—my good Mother, the Immaculate Virgin, was there, looking upon me with infinite tenderness.

“Encouraged by that sight, there rose from the depths of my heart the prayer I had so often repeated on earth:

‘Good Mother, Mother of Perpetual Help, help me! Save me!’

“I stood before the tribunal of God, and my eternal destiny was about to be decided.

“Suddenly I heard a melodious voice unlike any voice on earth:

‘My Son, this is my daughter.’

“Then Our Lord turned toward His glorious Mother and, with a tenderness beyond all human expression, said to her:

‘If she is Yours, then You judge her.’

“And the whole judgment consisted in this: the Queen of Saints opened Her arms to me, and I took refuge in them.

“I was happy for all eternity...”

The young woman fell silent.

Her face shone as though she were still contemplating that heavenly vision.

The missionary, much more deeply moved than he allowed others to perceive, preached that morning on the necessity of always being prepared for death.

He had scarcely finished when he was urgently summoned.

One of the young women attending the retreat had suddenly been struck down by cholera.

In that frail body, writhing in agony under the violence of the disease, he immediately recognized the young woman who had related the vision.

She looked at him calmly and said:

“Father, I told you so: God is calling me!”

Two hours later, with a heavenly smile upon her lips, her soul departed for eternal glory, repeating for the last time her favorite aspiration:

“My Mother, Mother of Perpetual Help, help me! Save me!”