Meu Jesus, salvai a todos; ofereço-me, como vítima, por todos; dai-me força, eu vos entrego o meu coração; tomai-o, colocai dentro dele todo o Vosso amor, e depois dai-me as vossas ordens; ordenai-me o que quereis de mim.
30 de junho de 2012
Flores da Eucaristia - 30 de Junho
São Paulo desejava aos Efésios, pela graça - "do Pai de quem procede todo dom" - a ciência supereminente da caridade de Jesus Cristo para com os homens.
Nada lhes poderia desejar de mais santo, mais importante e mais apto a torná-los felizes.
Conhecer o amor de Jesus Cristo, participar de sua plenitude, eis o reinado de Deus no homem. Ora, é este o fruto da devoção ao Coração de Jesus, vivendo e amando-nos no Santíssimo Sacramento, devoção que constitui o culto soberano do amor. É o mesmo tempo a alma e o centro da religião, que por sua vez é a lei, a virtude e a perfeição do amor, de que o Sagrado Coração é a graça, o modelo e a vida.
Estudemos pois este amor no foco em que se consome por nós.
Que o Coração de Jesus, ardente de amor, seja a nossa força, o nosso asilo, o nosso centro, o nosso Calvário, o túmulo de todo o nosso ser, e depois a ressurreição, a vida, a glória!
Tesouro de Exemplos - Parte 138
O FILÓSOFO E O BARQUEIRO
Um barqueiro transportava um filósofo em sua barca.
Durante a travessia, disse o filósofo ao barqueiro:
- Então, meu velho, você sabe alguma coisa?
- Eu? Sei remar e nadar.
- Não sabe filosofia?
- Nunca ouvi falar disso.
- Não sabe astronomia?
- Não, senhor.
- Não conhece a gramática?
- Também não, senhor.
E assim foi o filósofo perguntando muitas coisas e o barqueiro respondendo:
- Não sei nada disso.
- Pois, assim, você perdeu a metade da vida, acrescentou o filósofo.
Nisso, distraídos pela conversa, deram contra um rochedo, partiu-se a barca e os dois naufragaram... O barqueiro, nadando, alcançou a margem; ao passo que o filósofo se afogava. O barqueiro, malicioso, gritou-lhe:
- Senhor filósofo, não sabe nadar?
- Não.
- Ah! não sabe? Então o sr. é um infeliz; perdeu a vida inteira. Suas astronomias e filosofias não lhe servem para nada.
Isto mesmo se pode dizer dos que sabem tudo dêste mundo, menos a doutrina cristã, pois: A ciência mais apreciada é que o homem bem acabe: porque, no fim da jornada, aquêle que se salva sabe, e o que não, não sabe nada.
Um barqueiro transportava um filósofo em sua barca.
Durante a travessia, disse o filósofo ao barqueiro:
- Então, meu velho, você sabe alguma coisa?
- Eu? Sei remar e nadar.
- Não sabe filosofia?
- Nunca ouvi falar disso.
- Não sabe astronomia?
- Não, senhor.
- Não conhece a gramática?
- Também não, senhor.
E assim foi o filósofo perguntando muitas coisas e o barqueiro respondendo:
- Não sei nada disso.
- Pois, assim, você perdeu a metade da vida, acrescentou o filósofo.
Nisso, distraídos pela conversa, deram contra um rochedo, partiu-se a barca e os dois naufragaram... O barqueiro, nadando, alcançou a margem; ao passo que o filósofo se afogava. O barqueiro, malicioso, gritou-lhe:
- Senhor filósofo, não sabe nadar?
- Não.
- Ah! não sabe? Então o sr. é um infeliz; perdeu a vida inteira. Suas astronomias e filosofias não lhe servem para nada.
Isto mesmo se pode dizer dos que sabem tudo dêste mundo, menos a doutrina cristã, pois: A ciência mais apreciada é que o homem bem acabe: porque, no fim da jornada, aquêle que se salva sabe, e o que não, não sabe nada.
30 de Junho - Primeiros Mártires da Igreja de Roma.
(Ano 64 - 67).
São recordados conjuntamente, neste dia, os inúmeros cristãos que sofreram o martírio em Roma, acusados injustamente pelo imperador Nero de terem incendiado a cidade.
29 de junho de 2012
Flores da Eucaristia - 29 de Junho
É mui louvável, de certo, honrar o Sagrado Coração como a sede do amor infinito de Jesus Cristo, porém as almas eucarísticas deverão prestar-Lhe esta homenagem no SSmo. Sacramento, porquanto é no céu e na Eucaristia que esse Coração está verdadeira e substancialmente vivo.
Muitos, honrando-O nos quadros e imagens, fazem deles o objeto de devoção. Este culto é bom, mas é um culto relativo; devemos procurar mais do que a imagem, a fim de encontrar a realidade. Ora, no SSmo. Sacramento, o Coração de Jesus está cheio de vida, palpitando por nós. Que a nossa vida, o nosso centro, seja, portanto, esse Coração vivo e animado. Saibamos honrar o Sagrado Coração na Eucaristia e jamais O separemos dela. Procuremos adivinhar, surpreender os segredos, o porque de seu Coração, e sentir-nos-emos arrebatados.
Que o nosso ideal seja penetrar sempre mais no Coração de Jesus, centro e felicidade de nossa vida.
Muitos, honrando-O nos quadros e imagens, fazem deles o objeto de devoção. Este culto é bom, mas é um culto relativo; devemos procurar mais do que a imagem, a fim de encontrar a realidade. Ora, no SSmo. Sacramento, o Coração de Jesus está cheio de vida, palpitando por nós. Que a nossa vida, o nosso centro, seja, portanto, esse Coração vivo e animado. Saibamos honrar o Sagrado Coração na Eucaristia e jamais O separemos dela. Procuremos adivinhar, surpreender os segredos, o porque de seu Coração, e sentir-nos-emos arrebatados.
Que o nosso ideal seja penetrar sempre mais no Coração de Jesus, centro e felicidade de nossa vida.
Bom dia! Padre Pio de Pietrelcina - 29 de Junho
Meu bom Padre, dizia-me, acredite-me, é terrível: não sei como o Senhor possa permitir tudo isso. Em tudo, sinto-me como que bloqueado e não sei se estou praticando o bem ou o mal. Sei que não é escrúpulo; mas a incerteza de estar ou não agradando ao Senhor oprime-me. E sinto-me assim em tudo, seja no altar, seja no confessionário, em tudo. Vou vivendo assim quase que por milagre; mas não entendo nada.
Tesouro de Exemplos - Parte 137
D. BOSCO CONFESSA UM DEFUNTO
Havia um jovem, chamado Carlos, que só pensava em viver e divertir-se. Mas eis que cai doente, tão doente que o médico lhe dá apenas algumas horas de vida. Quis confessar-se a D. Bosco, que lhe era muito afeiçoado, mas D. Bosco não pôde ir. Confessou-se com outro sacerdote, mas a confissão não foi sincera, pois ocultou faltas graves.
E o jovem morreu... Comunicaram logo a D. Bosco que o seu querido Carlito falecera. Nesse momento uma voz misteriosa parecia segredar a D. Bosco que o infeliz não se confessara bem. Saltou do leito, correu à casa do defunto... Ali estava Carlito imóvel, amarelo, endurecido: ia ser colocado no caixão... D. Bosco ordenou que todos deixassem o aposento; ali só ficaram o santo e o cadáver...
D. Bosco, falando ao ouvido do defunto, disse:
- Carlito!
O rapaz abriu os olhos e fitou-os em seu santo diretor.
- Onde estiveste? - perguntou-lhe o servo de Deus.
- Padre, numa região misteriosa e desconhecida. Vi muitos demônios e todos me queriam arrastar ao inferno. Diziam que tinham direito sôbre mim.
- Filho, é porque não te confessaste bem. Ocultaste um pecado por vergonha, não é verdade?
- Sim, padre; mas agora que declará-lo.
E o rapaz confessou com grande humildade seus pecados e sacrilégios.
- Padre, se não fôra esta grande misericórdia de Deus, eu estaria perdido para sempre.
D. Bosco, erguendo a destra, deu-lhe a absolvição. Recebeu-a o jovem com grande recolhimento e na atitude da mais profunda gratidão. O santo abriu a porta e disse aos que esperavam do lado de fora:
- Podem entrar.
Entraram... e lançaram um grito de surprêsa e de terror. O morto estava sentado na cama. Parentes e amigos caíram de joelhos, mudos de assombro.
D. Bosco inclinou-se e disse ao ouvido do jovem:
- Carlito, agora que estás na graça de Deus, que é que desejas: viver ou morrer?
- Padre, respondeu o rapaz, quero morrer.
Enquanto o santo lhe dava a bênção, Carlito deixava cair a cabeça sôbre o travesseiro, juntava as mãos sôbre o peito, fechava os olhos e... morria.
Havia um jovem, chamado Carlos, que só pensava em viver e divertir-se. Mas eis que cai doente, tão doente que o médico lhe dá apenas algumas horas de vida. Quis confessar-se a D. Bosco, que lhe era muito afeiçoado, mas D. Bosco não pôde ir. Confessou-se com outro sacerdote, mas a confissão não foi sincera, pois ocultou faltas graves.
E o jovem morreu... Comunicaram logo a D. Bosco que o seu querido Carlito falecera. Nesse momento uma voz misteriosa parecia segredar a D. Bosco que o infeliz não se confessara bem. Saltou do leito, correu à casa do defunto... Ali estava Carlito imóvel, amarelo, endurecido: ia ser colocado no caixão... D. Bosco ordenou que todos deixassem o aposento; ali só ficaram o santo e o cadáver...
D. Bosco, falando ao ouvido do defunto, disse:
- Carlito!
O rapaz abriu os olhos e fitou-os em seu santo diretor.
- Onde estiveste? - perguntou-lhe o servo de Deus.
- Padre, numa região misteriosa e desconhecida. Vi muitos demônios e todos me queriam arrastar ao inferno. Diziam que tinham direito sôbre mim.
- Filho, é porque não te confessaste bem. Ocultaste um pecado por vergonha, não é verdade?
- Sim, padre; mas agora que declará-lo.
E o rapaz confessou com grande humildade seus pecados e sacrilégios.
- Padre, se não fôra esta grande misericórdia de Deus, eu estaria perdido para sempre.
D. Bosco, erguendo a destra, deu-lhe a absolvição. Recebeu-a o jovem com grande recolhimento e na atitude da mais profunda gratidão. O santo abriu a porta e disse aos que esperavam do lado de fora:
- Podem entrar.
Entraram... e lançaram um grito de surprêsa e de terror. O morto estava sentado na cama. Parentes e amigos caíram de joelhos, mudos de assombro.
D. Bosco inclinou-se e disse ao ouvido do jovem:
- Carlito, agora que estás na graça de Deus, que é que desejas: viver ou morrer?
- Padre, respondeu o rapaz, quero morrer.
Enquanto o santo lhe dava a bênção, Carlito deixava cair a cabeça sôbre o travesseiro, juntava as mãos sôbre o peito, fechava os olhos e... morria.
29 de Junho - Comemoração de São Pedro e São Paulo, Apóstolos
(Século I).
Neste dia a Santa Igreja comemora as duas grandes colunas da Igreja nascente: São Pedro, Príncipe dos Apóstolos e Vigário de Jesus Cristo, e São Paulo, o Apóstolo dos Gentios.
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